Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Ibope (e companhia) versus Vox Populi: alguém está mentindo

Investimento estrangeiro ignora as advertências de Marina, Aécio e do glorioso jornalismo de economia e bate recorde de aquisição de ações no Brasil: R$ 21 bilhões até a semana passada

Nova Política? Nesta 3ª feira, Marina subiu no palanque em SC para pedir voto ao filho do banqueiro Jorge Bornhausen; o patriarca que hoje a apóia é a mesmo que em 2005 queria acabar com essa raça do PT

Três pesquisas divulgadas nesta 3ª feira consolidam as curvas em cruz esboçadas que já contagiam o segundo turno: Dilma em alta; Marina em baixa.

Ibope: aprovação ao governo Dilma cresce mais dois pontos; 39% o consideram ótimo e bom, diz o Ibope, e 33%, regular; apenas 28% concordam com a avaliação da mídia, de Marina e Aécio, de que o Brasil está péssimo.

Alô, Míriam Leitão: até o ortodoxo BCE já admite que a a zona do euro está em ponto morto e precisa de estímulos monetários, fiscais e de investimentos,tudo junto, para enfrentar a estagnação.

Nos EUA, vendas de imóveis usados registram queda de 1,8% em agosto.

Candidata eólica: os ventos mudam e...Marina agora aceita fazer dobradinha com Alckmin.
  
Site Carta maior
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Blog cidadania 

Graças à divulgação da pesquisa Vox Populi na rodada de pesquisas eleitorais desta semana, foi possível chegar a uma conclusão inevitável: alguém está mentindo sobre os números de Marina Silva e Dilma Rousseff recém-divulgados por esse e outros institutos.

Na terça-feira (23), foram divulgadas as pesquisas CNT/MDA, Vox Populi e Ibope. Os dois primeiros institutos foram a campo no sábado (20) e no domingo (21) e o terceiro, com maior amostragem de eleitores, também no dia 22.

O instituto MDA ouviu 2002 eleitores, o Vox Populi 2000 eleitores e o Ibope, 3010 eleitores.
MDA e Ibope apuraram números muito parecidos tanto no primeiro quanto no segundo turnos, mas o Vox Populi apurou percentuais fora das margens de erro desses institutos.
Para entender, veja o gráfico abaixo



Como se vê, o percentual de Marina em primeiro turno no Vox Populi está fora da margem de erro do MDA e do Ibope. Na banda inferior da margem de erro desses dois institutos, Marina poderia ter 25,2% no MDA e 27% no Ibope, mas, no Vox Populi, ela aparece com 22% e, na banda superior da margem de erro desse instituto, poderia ter, no máximo, 24,2%.

Já o problema no segundo turno afeta Dilma, em vez de Marina. Na banda superior da margem de erro do Ibope, a presidente poderia ter 43%, mas, no Vox Populi, Dilma aparece com 46%. Na banda inferior da margem de erro deste instituto, porém, só poderia ter 44%.

Agora façamos uma “conta de português”. O TSE estima o eleitorado brasileiro em 140 milhões de eleitores. Cada ponto percentual, portanto, vale cerca de 1 milhão e 400 mil eleitores.

A diferença fora da margem de erro do percentual de Marina no primeiro turno do MDA para o primeiro turno do Vox Populi, é de 1,2 ponto percentual, ou 1,68 milhão de votos. Já a diferença entre Vox Populi e Ibope é de 2,8 pontos percentuais, ou 3,92 milhões de votos.

No segundo turno do Ibope, a diferença fora da margem de erro de Dilma para o Vox Populi é de 1 ponto percentual, ou 1,4 milhão de eleitores.

A diferença de 1 ou 3 pontos percentuais pode parecer pequena, mas há que levar em conta que estamos fazendo o cálculo FORA da “margem de erro”, ou seja, estatisticamente a diferença é significativa, fora da metodologia proposta pelos institutos conflitantes.

Além disso, há o fato clamoroso de que no resto dos números (ou na maioria dos números) os três institutos concordam. Nos números de Marina no primeiro turno e nos de Dilma no segundo, portanto, ocorrem exceções.

Por que só nesses pontos há discordância?

Vale lembrar, aqui, a lei 9.504, de 30 de setembro de 1997, Artigo 33, § 4º : “A divulgação de pesquisa fraudulenta constitui crime, punível com detenção de seis meses a um ano e multa no valor de cinquenta mil a cem mil UFIR”

Caso ainda não tenha me feito entender, reproduzo, abaixo, matéria do portal IG de 12 de maio de 2010.
clique na imagem abaixo para visitar o site original da matéria


O que gerou a investigação que a matéria acima informa foi justamente esse tipo de “diferença”.

A análise da denúncia feita por este Blog em 2010 ficou a cargo da vice-procuradora-geral de então, doutora Sandra Cureau, quem, há época, muitos diziam ser “tucana”. Hoje, o vice-procurador-geral-eleitoral é o doutor Eugênio Aragão, a quem não se atribui esse tipo de inclinação política, por assim dizer.

Talvez alguns leitores não tenham entendido o recado, mas os institutos de pesquisa por certo entenderam.

Senão, serei mais direto: qualquer cidadão pode representar à Procuradoria pedindo uma investigação como a de 2010. Um cidadão como este que escreve, por exemplo.

Como dizem em espanhol, portanto, ¡Ojo, señores!

terça-feira, 23 de setembro de 2014

VOX ABRE POSSIBILIDADE DE DILMA EM PRIMEIRO TURNO

CNT/MDA: ótima para Dilma, (não tão) boa para Aécio e péssima para Marina






Antes de comentar a pesquisa CNT/MDA recém-divulgada, confira, abaixo, matéria do jornal Valor Econômico on line. Em seguida, comento.



Como se vê, tudo caminha dentro do previsto. Agora, cada vez mais gente vai percebendo por que este Blog viu, lá na última pesquisa Ibope de terça-feira da semana passada, uma situação “ótima” para Dilma.
A pesquisa CNT/MDA é ótima, excelente, magnífica para Dilma por ela ter ampliado consideravelmente a vantagem sobre a principal adversária no primeiro turno – Marina despencou 6 pontos –, por tê-la ultrapassado numericamente no segundo turno e por a rejeição dos três principais candidatos ter chegado ao mesmo patamar da presidente (ao redor de 40%).
A situação de Aécio melhorou um pouco. Mas, até aqui, melhorou bem pouco. Ao menos na pesquisa CNT/MDA. E Marina ainda tem cerca de 10 pontos de vantagem. Diferença que, em 10 dias para a eleição em primeiro turno, parece praticamente impossível reverter.
Contudo, os números dessa pesquisa ainda não são tão bons para Dilma quanto dizem que são os do Vox Populi, que, por alguma razão misteriosa, deixaram de ser apresentados pelo Jornal da Record da última segunda-feira, apesar de ter sido anunciado que seriam apresentados.
Como se disse aqui no post imediatamente anterior a este, conforme vamos chegando perto da eleição os institutos de pesquisa vão “acertando” os números.
E como ainda não há números que mostrem uma possibilidade concreta de Dilma vencer no 1º turno, os institutos de pesquisa e seus controladores ainda não mergulharam em total desespero, a ponto de irem para o tudo ou nada a fazerem manipulações mais grosseiras.

Bom Dia Brasil usa entrevista com Aécio para criticar Dilma

Era previsível que o Bom Dia Brasil tratasse de formas distintas os candidatos a presidente da República. O mesmo ocorreu com as entrevistas com esses candidatos que o Jornal Nacional apresentou em agosto. Porém, não se imaginava que o tratamento dispensado a Dilma Rousseff fosse tão pior do que aquele que recebeu no telejornal noturno.
O fato é que, no telejornal matutino, Dilma pôde falar ainda menos do que no telejornal noturno devido às obsessivas interrupções dos entrevistadores, os quais, tanto em um telejornal quanto no outro, impediram a presidente de completar seus raciocínios.
Na entrevista de Dilma, para que se possa medir a gravidade da coisa os entrevistadores, da abertura ao encerramento, proferiram 1.524 palavras. Dilma, a entrevistada, proferiu 3.193 palavras. Ou seja, os entrevistadores falaram 48% do tempo que a entrevistada falou.
Por qualquer critério que se queira usar aquilo não foi uma entrevista, foi um debate.
Com Aécio Neves não foi igual. Os entrevistadores assistiram bovinamente às longas respostas dele, que aproveitou perguntas sobre “recessão”, “desemprego” e “inflação” no país para atacar Dilma.
Miriam Leitão, por exemplo, diz a Aécio que “(…) A gente não sabe ainda como o senhor vai fazer isso que o senhor acabou de dizer que vai fazer, tirar o pais da estagnação e reduzir a inflação (…)”
Ou seja, os entrevistadores levantaram temas que permitiram a Aécio atacar a adversária em vez de fazer perguntas sobre sua administração em Minas Gerais (2003 – 2010), sobre escândalos envolvendo o PSDB como o mensalão tucano, o de Alstom e da Siemens, o da Copasa (em Minas), o do aeroporto que ele mandou construir praticamente dentro de terras de sua família com dinheiro público.
Aliás, Aécio poderia ter sido perguntado sobre seu mandato no Senado. Ou não interessa como um candidato cumpre mandato que obteve nas urnas?
Após longos minutos da primeira resposta de Aécio sobre como iria resolver os problemas criados pela atual administração do país, e diante da mudez e dos sorrisos abestalhados das duas entrevistadoras, Chico Pinheiro tratou de colocar um pouco de sal na coisa.
Miriam Leitão, quem praticamente não deixou Dilma completar seus raciocínios, pouco se manifestou. Os mais incisivos foram Chico Pinheiro e Ana Paula Araújo.
Abaixo, algumas respostas de Dilma, na sua vez no Bom Dia Brasil, compostas de uma só frase incompleta, por conta das interrupções.

Dilma Rousseff: Só um pouquinho…
Dilma Rousseff: Ah, não. Mas eu te asseguro…
Dilma Rousseff: Foi, foi…
Dilma Rousseff: Mas, eu posso, eu posso…
Dilma Rousseff: Mas nem eles. Nem eles, então…
Dilma Rousseff: Eles estão… A meta deles…
Dilma Rousseff: Deixa eu continuar porque senão é impossível…
Dilma Rousseff: Eu estou então construindo a seguinte…
Dilma Rousseff: Mas eu estou falando…
Dilma Rousseff: Não, não é isso. Pera lá…

Todas essas frases cortadas derivam de interrupções quando a presidente meramente tentava responder. Com Aécio, não houve nada assim. Ele pôde concluir todos os seus raciocínios. Quando os entrevistadores tentavam interrompê-lo, ele continuava falando e eles se calavam. Isso sem falar na simpatia com que foi tratado.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

DILMA ABRE 6 NO 2º TURNO E PODE LEVAR NO 1º TURNO

Soros: sombra malígna na eleição brasileira





O GRANDE ESPECULADOR ABUTRE INTERNACIONAL ARTICULA-SE PARA INFLUENCIAR OS RUMOS DA ELEIÇÃO PRESIDENCIAL BRASILEIRA EM FAVOR, CLARO, DOS SEUS INTERESSES ESPECULATIVOS, NEOLIBERAIS, ANTI-NACIONALISTAS, CONSERVADORES. Achar que os grandes financistas e especuladores internacionais, como George Soros, estejam distantes, desinteressados e alienados em relação à sucessão presidencial no Brasil é uma ingenuidade total. O Brasil é poderosíssimo, riquíssimo, desperta interesses descomunais no grande capital internacional e tem se transformado em alvo de espionagem por parte dos países ricos, especialmente, dos Estados Unidos. Soros é um dos ponta de lança desse grande interesse global, sempre de olho no Brasil, na Argentina, na Bolívia, onde seus negócios evoluem, fortemente. Também, suas ligações com personagens decisivos, na cena política e econômica brasileira, são bastante conhecidas. Marina Silva, candidata do PSB-Rede, participa de movimentações nas quais as ações de organizações comandadas por Soros são decisivas, como a “Open society”. Soros, como se sabe, cuida, além de sempre estar envolvido em desestabilização de moedas nacionais em escala mundial, de articular a chamada “sociedade civil” em todos os países onde seus interesses se espraiam para montar “oposição controlada”, a fim de combater ondas nacionalistas-desenvolvimentistas, de modo a dar novo rumo ao desenvolvimento econômico de caráter neoliberal. Igualmente, são conhecidas as relações de Soros com Armínio Fraga, o homem forte de Aécio Neves, do PSDB. Como fundador do fundo de investimento global “Quantum”, Soros teve Armínio ao seu lado, como fiel escudeiro, no processo de desestabilização de moedas nos países asiáticos e até na derrocada da libra inglesa, que jogou o Banco da Inglaterra no chão. Armínio deixou Soros para trabalhar como diretor do Banco Central, no Governo Collor. Aí preparou todas as providências para eliminar controles internos de capital, de modo a deixar livre a passagem aos especuladores, que invadiriam o Brasil nos anos de 1990, com seus capitais de motel. No Governo FHC, o que entregou a rapadura aos comandantes do Consenso de Washington, Armínio chegou ao Banco Central, para operar a ordem dos banqueiros internacionais: fixar o tripé econômico baseado em câmbio flutuante, metas inflacionárias e superavit primário elevado. Ou seja, Armínio-Soros articulam, agora, por trás de Aécio Neves, o mesmo jogo de antes, destruir as bases nacionalistas da economia montadas por Lula e Dilma, a fim de terem acesso mais rápido às riquezas nacionais, especulando adoidado. Num país sério, Armínio estaria nas barras dos tribunais, em vez de estar, novamente, com Soros, articulando novo assalto às riquezas do povo brasileiro. A chegada de Marina ao topo da disputa presidencial e a subserviência de Aécio a um megaespeculador colocam George Soros como uma sombra malígna sobre a sucessão presidencial brasileira. Todos sabem muito bem o que ele e os Estados Unidos desejam: desarticular os BRICs, que acabam de fundar, no Brasil, um banco de desenvolvimento, lançando as bases de um novo sistema monetário internacional, capaz de rivalizar com a supremacia do dólar, cujo destino, no ambiente da crise capitalista global, essencialmente, especulativa, é cada vez mais incerto.(César Fonseca)
Dilma Rousseff se
transformou em
adversária número
um dos Estados



Dilma virou alvo preferencial de ataque dos neoliberais depois que chamou às falas Obama pelo episódio da espionagem e aliou-se aos BRICs para criar banco de desenvolvimento global, contrário aos interesses dos EUA e dos especuladores globais como Soros.
As eleições presidenciais no Brasil marcadas para outubro estavam sendo dadas como resolvidas, com a reeleição da atual presidenta Dilma Rousseff.
Isso, até a morte, num acidente de avião, de um candidato absolutamente sem brilho ou força eleitoral próprios, economista e ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos.
Em 13.08, a notícia bomba: o avião que levava Campos – candidato de centro, pró-business, que ocupava o 3º lugar nas pesquisas, atrás até do candidato do partido mais conservador (PSDB), Aécio Neves, também economista e defensor da ‘austeridade’ – espatifara-se numaárea residencial de Santos, no estado de São Paulo, Brasil.
Campos era candidato do Partido Socialista Brasileiro, antigamente da esquerda, mashoje já completamente convertido em partido pró-business. Como aconteceu nos partidos trabalhistas da Grã-Bretanha, da Austrália e Nova Zelândia, nos liberais e novos partidos democráticos canadenses, e no partido Democrata dos EUA, interesses corporativos e sionistasinfiltraram-se também no Partido Socialista Brasileiro e o converteram num partido da ‘Terceira Via’, pró-business e só muito fraudulentamente ainda denominado partido “socialista”.
Já é bem visível que os EUA tentam desestabilizar o Brasil, desde que a Agência de Segurança Nacional dos EUA espionou correspondência eletrônica e conversações telefônicas da presidenta Dilma Rousseff, do Partido dosTrabalhadores (PT), e de vários de seus ministros.
Unidos e do seu pupilo internacional George Soros depois  que abrigou



Marina, apoiada pelas organizações internacionais, ligadas aos interesses de George Soros, pode ser cavalo de Troia para bombardear os BRICs, se chegar ao poder, servindo-se aos propósitos neoliberais, como a defesa do Banco Central independente do governo para ficar dependente dos especuladores.
Tal fato levou ao cancelamento de uma visita de estado que Rousseff faria a Washington.
As relações Brasil-EUA pioraram, ainda mais, com o governo brasileiro hospedando o presidente russoVladimir Putin e outros líderes do bloco econômico dos BRICS em recente encontro de cúpula em Fortaleza. O Departamento de Estado dos EUA e a CIA só fazem procurar pontos frágeisno tecido social do Brasil de Rousseff, para criar aqui as mesmas condiçõesde instabilidade que fomentaram em outros países na América Latina(Venezuela, Equador, Argentina – na Argentina mediante bloqueio de créditos para o país, em operação arquitetada por Paul Singer, capitalista-abutre sionista, e na Bolívia). Mas Rousseff, que antagonizou Washington ao anunciar, com outros líderes do BRICS em Fortaleza, o estabelecimento de um banco de desenvolvimento dos países BRICS, para concorrer contra o Banco Mundial (controlado por EUA e União Europeia) parecia imbatível, caminhando para reeleição.
A atual presidenta era, sem dúvida, candidata ainda imbatível quando, dia 13 de agosto, Campos e quatro de seus conselheiros de campanha, além do piloto ecopiloto, embarcaram no avião Cessna 560XL, que cairia em Santos, matando todos a bordo. A queda do avião empurrou para a cabeça da chapa do PS a candidata queconcorria como vice-presidente, Marina Silva.
Em 2010, Silva recebeu inesperados 20% dos votos à presidência, como candidata de seu Partido Verde.
em Fortaleza a
reunião dos BRICs
para formação de
banco de desenvolvimento



Foi ou não vítima de um acidente aéreo em cujo avião a caixa preta não registra nada para espanto geral?
Esse ano, em vez de concorrer sob a legenda de seu partido, Marina optou por agregar-se à chapa pró-business, mas ainda dita ‘socialista’ deCampos.
Hoje, Marina já está sendo apresentada – talvez com certo exagero muito precipitado! – como melhor aposta para derrotar Rousseff nas eleições presidenciais de outubro próximo. Marina, que é pregadora cristã evangélica em país predominantemente cristão católico romano, também é conhecida por ser muito próxima da infraestrutura da “sociedade civil” global e dos grupos de “oposição controlada” financiados por George Soros, capitalista e operador de hedge fund globais.
Conhecida por sua participação nos esforços para proteção da floresta amazônica brasileira, Marina tem sido muito elogiada por grupos do ambientalismo patrocinado pelo Instituto Open Society [Sociedade Aberta],de George Soros.
A campanha de Marina, como já se vê, está repleta depalavras-senha da propaganda das organizações de Soros: “sociedade sustentável”, “sociedade do conhecimento” e “diversidade”.
Marina exibiu-se ao lado da equipe do Brasil na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Londres em 2012.
O ministro dos Esportes do Brasil, Aldo Rebelo, disse que a exibição de Marina naquela cerimônia havia sido aprovada pela Família Real Britânica, e que ela “sempre teve boas relações com a aristocracia europeia”. Marina também apoia com muito mais empenho que Rousseff as políticas de Israel para a Palestina.
global capaz de lançar semente de  novo sistema monetário



Tem por trás de sua campanha personagem discípulo de George Soros, interessado em abocanhar as reservas do pré-sal, a Petrobrás e o Banco Central, tornando-o dependente de Soros e não do governo brasileiro.
Como se vê também nas Assembleias de Deus de cristãos pentecostais, Marina participa de uma facção religiosa que acolhe, não raro nas posições de comando organizacional, membros do movimento mundial dos “Cristãos Sionistas”, tão avidamente pró-Israel quanto organizações de judeus sionistas como B’nai B’rith e o World Jewish Congress.
As Assembleias de Deus creem no seguinte, sobre Israel:
“Segundo a Escritura, Israel tem importante papel a cumprir no fim dos tempos. Por séculos, estudiosos da Bíblia ponderaram sobre a profecia de uma Israel restaurada.‘Eis o que diz o Senhor Soberano: Tirarei os israelitas das nações para as quais foram. Reuni-los-ei de todas as partes e os porei juntos na sua própria terra.’
Quando o moderno estado de Israel foi criado em 1948, e os judeus começaram a ir para lá, de todos os cantos do mundo, os estudiosos da Bíblia viram ali a mão de Deus em ação; e que nós viveremos lá os últimos dias.” Em 1996, Marina recebeu o Prêmio Ambiental Goldman, criado pelo fundador da Empresa Seguradora Goldman, Richard Goldman e sua esposa, Rhoda Goldman, uma das herdeiras da fortuna da empresa de roupas Levi-Strauss. Em 2010, Marina foi listada, pela revista Foreign Policy, editada por David Rothkopf, do escritório de advogados Kissinger Associates, na lista de “principais pensadores globais”. O mais provável é que jamais se conheçam todos os detalhes do acidente que matou Campos.
internacional cuja ação ameaça a estabilidade do dólar no mundo e




Armínio, megaespeculador internacional, em país sério estaria frequentando tribunais para responder por crime de lesa pátria. Detonou geral as regras de contenção de entrada de capitais especulativos na economia, fazendo a festa geral dos seus pares.
Participam hoje das investigações sobre o acidente a National Transportation Safety Board (NTSB) e a Federal Aviation Administration, do governo dos EUA.
Membros dessas duas organizações com certeza serão informados do andamento das investigações e passarão tudo que receberem para agentes da CIA estacionados em Brasília, os quais tudo farão para ter o título “Trágico Acidente” estampado no relatório final. A CIA sempre conseguiu encobrir sua participação em outros acidentes deavião na América Latina que eliminaram opositores do imperialismo norte-americano naquela parte do mundo.
Dia 31/7/1981, o presidente OmarTorrijos do Panamá morreu quando o avião da força aérea panamenha no qual viajava caiu perto de Penonomé, Panamá.
Sabe-se que, depois que George H. W. Bush invadiu o Panamá, em 1989, os documentos da investigação sobre o acidente, que estavam em posse do governo do general Manuel Noriega foram confiscados por militares norte-americanos e desapareceram. Dois meses antes da morte de Torrijos, o presidente Jaime Roldós doEquador, líder populista que se opunha aos EUA, havia também morrido num acidente de avião: seu avião Super King Air (SKA), operado como principal aeronave de transporte oficial pela Força Aérea do Equador, caiu naMontanha Huairapungo na província de Loja. Consequentemente o poder imperial anglo-saxão que manda



Os abutres especuladores que atacam a Argentina tem como guarida os Griesa da vida, advogados do capital do império, como ocorre na Argentina nesse instante. Soros sabe a quem recorrer, se for atacado.
No avião, também viajavam aPrimeira-Dama do Equador, e o ministro da Defesa e esposa.
Todos morreram na queda do avião.
O avião não tinha Gravador de Dados do Voo, equipamento também chamado de “caixa preta”.
A polícia de Zurique, Suíça, que conduziu investigação independente, descobriu que a investigação feita pelo governo do Equador encobria falhas graves.
Por exemplo, o relatório do governo do Equador sobre a queda do SKA, não mencionava que os motores do aviãoestavam desligados quando a aeronave colidiu contra a parede da montanha. Como o avião de Roldós, o Cessna de Campos também não tinha gravador dedados de voo.
Além disso, a Força Aérea Brasileira anunciou que duas horas de conversas gravadas pelo gravador de voz da cabine de voo do Cessna em que viajava Campos não incluem qualquer conversa entre o piloto, copiloto etorre de controle naquele dia 13 de agosto.
O gravador de voz da cabine a bordo do fatídico Cessna 560XL foi fabricado por L-3 Communications, Inc. de New York City.
Essa empresa L-3 é uma das principais fornecedoras deequipamento de inteligência e espionagem para a Agência de Segurança Nacional dos EUA, a mesma empresa que fornece grande parte das capacidades de escuta de seu cabo submarino, mediante contrato entre a ASN e a Global Crossing, subsidiária da L-3. Embora Campos não fosse inimigo dos EUA, sua morte em circunstâncias suspeitas, apenas poucos meses antes da eleição presidencial, substituído, como candidato, por elemento importante na infraestrutura políticacoordenada por George Soros, cria alguma dificuldade eleitoral para a presidenta Rousseff, que Washington, sem dúvida possível, vê como adversária. Nas finanças globais desde a segunda guerra mundial,
poder abalado pela
crise de 2007-2008



Os BRICs se transformaram no terror para os Estados Unidos que se fragilizaram barbaramente na bancarrota capitalista de 2007-2008. Temem o Banco dos BRICs, criado no Brasil, pois será a ponta de lança de novo sistema monetário internacional, a fim de estabilizar a economia mundial abalada pelas incertezas do dólar, dadas pela excessiva dívida americana, que ameaça geral os poupadores do mundo.
Os EUA e Soros pesquisam já há muito tempo várias vias para invadir edesmontar, por dentro, o grupo das nações BRICS.
A tentativa de Soros-CIA para pôr na presidência da China um homem como Bo Xilai foi neutralizada, porque os chineses conseguiram capturá-lo e condená-lo por corrupção, antes. Com Rússia e África do Sul absolutamente inacessíveis para esse tipo de ardil, restam Índia e Brasil, como alvos dos esforços da CIA e de Soros para fazer rachar e desmontar o grupo BRICS.
Embora o governo do direitistaNarendra Modi, na Índia, esteja apenas começando, há sinais de que pode vir a ser a cunha de que os EUA precisam para desarticular os BRICS.
Por exemplo, a nova ministra de Relações Exteriores da Índia, Sushma Swaraj, é conhecida como empenhada e muito comprometida aliada de Israel. No Brasil, hoje governado por Rousseff, a melhor oportunidade parainfiltrar no governo um dos ‘seus’ parece ser, aos olhos da CIA e Soros, aeleição de Marina Silva.
Seria como um ‘cavalo de Troia’ infiltrado no comando de um dos países do grupo BRICS, em posição para atacar por dentro aquele bloco econômico, mais importante a cada dia. A queda do avião que matou Eduardo Campos ajudou a empurrar para muito mais perto do Palácio da Alvorada, em Brasília, uma agente-operadora dos grupos financiados por George Soros.

Wayne Madsen, Strategic Culture(traduzido).

Proximidade da eleição estreita “margem de erro” das pesquisas


Por volta das 13 horas de 22 de setembro de 2014, o índice Bovespa caía quase 2 por cento. Segundo o site “Infomoney”, que se notabilizou nos últimos meses por provocar grandes movimentos de compra e venda de ações conforme Dilma Rousseff sobe ou cai nas pesquisas, a causa seria “rumor” sobre novas pesquisas eleitorais.

O que o infomoney diz não é bem assim. Aécio estaria tirando pontos de Marina e Dilma estaria “estável”. A informação que o Blog obteve, porém, foi outra. Sondagens internas dos partidos estariam apontando crescimento de 5 pontos de Dilma sobre Marina no segundo turno, apesar de Aécio ter se aproximado um pouco mais da segunda colocada nas pesquisas.
As pesquisas dos próximos dias tendem a apresentar situações cada vez mais confortáveis para Dilma. Simplesmente porque a margem de manobra para usar a nossa velha conhecida “margem de erro”, está se estreitando.
A opinião deste Blog, vale explicar, é a de que tem havido manipulações de pesquisas em favor de Marina Silva e Aécio Neves e contra Dilma. E o que é pior: fora da margem de erro.
As recentes melhoras de Dilma nas pesquisas se devem a que as manipulações voltaram à margem de erro – até então, eram maiores. Assim, como a proximidade da eleição torna muito mais arriscado “mexer” nos números, aquela manipulação se restringirá a margem que permita a quem a usa dizer que errou dentro do “aceitável”.
Nas pesquisas desta semana, ainda pode haver uso da margem de erro, mas será mais para tentar levar a Aécio ao segundo turno do que para deprimir as intenções de voto de Dilma. A partir da semana que vem, contudo, os institutos de pesquisa terão muito menos condições de ajudar ou prejudicar candidatos.
Manipulação mais forte contra Dilma, agora, só se a perspectiva de vitória no primeiro turno aumentar mais. Aí, as pesquisas irão para o tudo ou nada. Se der errado e o “pior” acontecer, Ibopes e Datafolhas atribuirão tudo a “guinada de última hora do eleitor”. Ninguém acreditará, mas já não importará mais.

Dilma tritura a Urubóloga Sem banco público não tem Minha Casa, Plano Safra e metrô !




A Presidenta Dilma Rousseff foi ao Mau Dia Brasil e passou com um trator cima dos números e da doutrina neolibelês da Urubóloga.

Foram 30 minutos de massacre.

Dilma começou por mostrar que foi a Polícia Federal do Governo dela quem descobriu os malfeitos do Paulo Roberto Costa, que estava há 30 anos na Petrobras.

Que no Governo dela não tem engavetador.

O Paulo Roberto era diretor da Gaspetro no tempo do FHC (quando o engavetador engavetava … – PHA).

Ana Paula Poeta (revisor, por favor, não toque !) atirou com uma Uzi: ah !, mas a senhora faz uma campanha do “medo”.

“Medo” ? Está tudo no programa dela, disse a Dilma  – (dela a gente sabe quem é … – PHA).

Banco Central independente significa instalar um quarto poder na Praça dos … Quatro Poderes, disse a Dilma.

(É o sonho neolibelês – substituir o Executivo e o Legislativo por um Banco Central camarada, sob a batuta do Itaúúú– PHA).

Está no programa dela reduzir o papel dos bancos públicos.

Ah, é ?, perguntou a Dilma.

Sem os bancos públicos não tem Minha Casa Minha Vida, porque, na faixa mais baixa, o subsidio é entre 90% e 95%.

O banco privado vai topar ?

Sem o banco público não tem o Plano Safra de R$ 156 bilhões para a agricultura, em que R$ 134 bilhões são a juros negativos !

Não tem obra de infra-estrutura a 30 anos de prazo …

“Ela” também é contra a indústria nacional, porque é contra o “conteúdo local”.

A certa altura, a PhD pela Universal Municipal de Caratinga, sub-sede da Chicago University, disse que os argumentos da Presidenta “não faziam sentido.”

Travou-se, então, uma discussão sobre a estrutura dos bancos centrais e a situação da economia mundial.

A PhD por Caratinga demonstrava que o mundo está uma maravilha e o Brasil é um desastre retumbante.

O Chile !, ela cita !

Mas, o Chile, Urubóloga ?

O Chile é do tamanho do Rio Grande do Sul – PHA.

O tempo todo a Presidenta tentava concluir o raciocinio: “deixa eu continuar, se não, é impossível”, “o debate é  comigo, não”?

Mas, como demonstrou o Lula, os pigais (ver o ABC do C Af) merválicos (idem no ABC) agora fazem perguntas para que eles mesmos respondam, porque o importante são eles e, não, o coitado do entrevistado (especialmente se for a Dilma.)

Dilma explicou que está numa estratégia defensiva, à espera da recuperação dos Estados Unidos e da China, quando, então, a economia brasileira pode entrar numa outra fase, de menos estímulos para voltar a crescer.

O Brasil tem uma das menores dívidas do mundo.

(Como se sabe, o queridinho da PhD de Caratinga quebrou o Brasil três vezes, tirou os sapatos e, descalço, de pires na mão, foi ao FMI.)

A Dilma enfatizou que, enquanto há 100 milhões de desempregados no mundo, o Brasil tem uma taxa de desemprego – 5% – que equivale a pleno emprego.

O Brasil preservou, em plena crise, o emprego, a renda e o investimento !

E a Urubóloga que, como o Renato Machado, adora o “Reino Unido”, tentava enaltecer os “métodos” neo-libelês que lá fracassaram.

A erudição da Urubóloga sobre a “situação do mundo” não ultrapassa as páginas de O Globo …

A Petrobras já se recuperou, bradou a Dilma.

E isso terá um papel decisivo na recuperação do Brasil, disse.

A Petrobras bate records de produção, com 2,3 milhões de barris/dia.

O pré-sal – que maravilha !, viu Bláblá ? – já produz 530 mil barris/dia.

A Petrobras vai resolver o problema que ela mesma tinha criado no passado: o do déficit externo.

E o pré-sal e o petróleo vão investir maciçamente na Educação: 75% dos royalties e 75% dos resultados do pré-sal vão para a Educação.

Ai a PhD de Caratinga tentou demonstrar que os estudantes – 8 milhões das 436 escolas do Pronatec – estão, na verdade, desempregados.

Como se sabe, nos sombrios tempos do Farol de Alexandria e seu Ministro da (des)Educação, Paulo Renato de Souza, era proibido abrir escola técnica …

E o Pronatec foi, precisamente, uma forma de reforçar o ensino médio, já que o pobre não pode cumprir um currículo de 12 matérias com a premente necessidade de ajudar a família com salário.

(Rediscutir os currículos é um desafio, disse a Presidenta.)

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De novo, as estrelas globais tentaram assumir o papel de protagonistas. (Clique aqui para ver o que ela fez com Ataulfo e o Noblat.)

A Urubóloga é um exemplo caricato.

Em alguns anos de carreira, ela não produziu um furo.

Não introduziu uma ideia nova no debate da Economia.

Não contribuiu com um grama de originalidade na forma de levar a Economia ao grande publico.

O que ela tem é inserção na mídia.

A exibição que os filhos do Roberto Marinho – eles não têm nome próprio – lhe concedem.
Urubóloga e o Jabor são duas heranças que o Evandro Carlos de Andrade deixou aos filhos do Roberto Marinho.

Um prodíjio !, diria o amigo navegante.

A Urubóloga tem o talento do monopólio da Globo – do Mau Dia Brasil, ao Globo – quem sabe da vida dele é o Garotinho – , CBN, a rádio que troca a noticia, e os portais da Globo na internet.

Sem isso, ela é o que é: o melhor que o pensamento neolibelês conseguiu produzir no Brasil.


Em tempo: o William Traaack (ver o ABC) cortou os pulsos. A Dilma só não foi ao programa dele …
 
Paulo Henrique Amorim

A denúncia do MP contra Paulo Roberto Costa

Datafolha: 75% dos brasileiros consideram o governo Dilma entre regular (38%) e ótimo e bom (37%)

Datafolha: cresce a aprovação ao prefeito de São Paulo Fernando Haddad; 66% dos paulistanos consideram a gestão do petista entre regular (44%) e ótima e boa (22%)

FAO: Brasil reduziu a miséria em 75% e praticamente erradicou a fome nos últimos 11 anos

PNAD 2013: renda das famílias cresceu 4% acima da inflação; a dos 10% mais pobres, 2,2%; nos EUA, no mesmo período, a renda média familiar cresceu só 0,3%. Mas a mídia festeja a ' vigorosa recuperação americana' e vê 'retrocesso' no PNAD

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A Polícia Federal faz um trabalho extraordinário de investigação, prende Paulo Roberto Costa, destrincha as complexas operações de envio de recursos para o exterior, mas a Globo e a Veja só pensam “naquilo”

Só pensam nas eleições. Com isso, distorcem notícias graves.


Promovem vazamentos que invalidarão provas e impedirão a prisão de acusados.

Enfim, a mídia brasileira, na sua histeria partidária, faz uma espécie de investigação ao contrário. Ela acaba mais confundindo do que esclarecendo, mais prejudicando as autoridades do que ajudando.

Os corruptos, ao invés de serem tratados como tais, passam a ser tratados como herois, desde que façam o jogo da mídia e denunciem apenas aqueles que a mídia quer ver denunciados.

Se Costa delatasse os esquemas de que participou quando era diretor da Petrobrás no governo FHC, ouviríamos um grande brado em uníssimo, na mídia: é mentira! Esse homem é um bandido, repetiriam, indignados.

A revelação do esquema de Paulo Roberto Costa, junto à consultoria MO, pode ser a ponta de lança no combate à evasão de divisas, um dos maiores problemas do nosso país.

Segundo a ONG Tax Service, a evasão de divisas no Brasil chega a mais de R$ 600 bilhões por ano, ou 14% do nosso PIB.

Agora sabemos que a própria Globo ajuda a engordar esse número, visto que usou, em apenas uma operação, para comprar os direitos de transmissão da Copa de 2002, do mesmo modus operandi que agora denuncia nas empresas do doleiro.

Entretanto, o pior que pode acontecer é a continuação do vazamento seletivo, reforçado por reportagens que abordam apenas um lado.

Se alguém lesou a Petrobrás, que seja punido, como aliás já está sendo. E que se busque a repatriação do dinheiro desviado.

Mas que não se confunda as coisas. O fato de ter havido corrupção nas obras do Rodoanel e nos metrôs e trens paulistas, por exemplo, não invalida a sua importância. Aliás, as mesmas construtoras e empresas que prestaram serviço à Petrobrás, também prestaram ao governo de São Paulo na construção do Rodoanel e na reforma do sistema de trem e metrô de SP.

Apenas a OAS, uma das empresas envolvidas com a consultoria MO, ligada ao doleiro, recebeu mais de R$ 5 bilhões dos contribuintes paulistas, para participar de obras do Rodoanel e reformar trilhos. O

Cafezinho tem uma tabela com os contratos, vários deles considerados irregulares por órgãos de controle.
Ou seja, a lavagem de dinheiro que aí ocorreu não foi apenas de desvios da Petrobrás.

Alberto Youssef era o principal doleiro do Brasil e prestava serviços para várias empresas e governos.

Embora correndo o risco de parecer cínico, é preciso considerar que, a partir do momento em que a Petrobrás amplia seus investimentos de alguns bilhões para centenas de bilhões de reais ao ano, era inevitável que houvesse aumento da corrupção, ou da tentativa de corrupção.

Abandonada durante a era FHC, a Petrobrás na era Lula/Dilma passou a descobrir grandes quantidades de petróleo, a construir e comprar refinarias, a construir oleodutos, a diversificar suas matrizes de energia (investiu-se em eólica, biodiesel, etc), a comprar aqui mesmo no Brasil os seus navios e peças para plataforma.

Iniciou-se uma grande recuperação do quadro funcional da Petrobrás.

Pode-se dizer que a estatal renasceu sob Lula/Dilma.

Mas a Petrobrás não pode ser culpada pelo mau comportamento das empresas que prestam serviço para ela.

Nem pelo mal feito de alguns diretores.

A Petrobrás sairá fortalecida das investigações, conduzidas republicanamente pela Polícia Federal.

Por parte do governo federal, agiu-se corretamente: soltou-se os cães farejadores da PF para cima das empresas e indivíduos que tentavam lesar a estatal.

Se fosse uma empresa privada, os desvios da Petrobrás ocorreriam da mesma forma, mas maneira muito mais secreta e indevassável.

Por aí você entende a importância de manter as riquezas estratégicas sob estrita vigilância do poder público.
Abaixo, segue, com exclusividade, a íntegra da denúncia do Ministério Público do Paraná contra Paulo

Roberto Costa e comparsas.

É uma denúncia de acusação, que precisa ser confrontada pelas respectivas defesas.

Ao menos, porém, você poderá analisar o dado bruto, completo, sem a intermediação maliciosa da Globo.

 

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Vitimização de Marina é a mais pura vigarice

 Blog cidadania 
Agora é oficial: a mídia, sob razões “práticas” mais do que justificáveis, abandonou Aécio Neves e aderiu a Marina Silva.  E não era para menos. Afinal, a menos de um mês da eleição em primeiro turno, o tucano continua sendo o candidato mais fraco com quem o PSDB já disputou a Presidência.
A esta altura, o petit-comité tucano (grupelho de caciques que decide TUDO no partido) já se arrepende amargamente da imprudência de ter lançado um candidato como o ex-governador de Minas Gerais. Aécio é um político cheio de “broncas” em seu domicílio eleitoral, famoso por levar uma vida “desregrada” e tendente a um tipo de desfaçatez que enoja o eleitorado.
Isso sem falar de outra tendência aecista, a de perseguir os críticos valendo-se das relações promíscuas que o PSDB mantém com amplos setores do Judiciário e o Ministério Público. Com efeito, se o tucano gastasse menos tempo com perseguições ridículas como a de processar seis dezenas de tuiteiros e se dedicasse mais a propor alguma coisa ao eleitorado, seu fracasso seria menor.
Enfim, Aécio já é carta fora do baralho. Todavia, é sempre bom aludir à causa de sua candidatura ter naufragado. Ele é um exemplo vivo de como um político não deve se portar. Ou, dito de outra forma, quem tem telhado de vidro não atira pedra no telhado vizinho.
Com o coração apertado, portanto, a grande mídia já desembarca da candidatura dele e, relutante, já embarca na de Marina Silva mesmo sabendo que ela não tem uma única ideia a apresentar o país. Sua candidatura se resume a se prontificar a atender a cada capricho do mercado financeiro. Ponto.
Começa, então, uma campanha midiática para impedir que a pessebista seja cobrada por propostas estapafúrdias como a de relegar a exploração do pré-sal a segundo plano ou por sua impressionante guinada à direita ao se aliar a viúvas da ditadura militar e a exploradores da fé cristã.
Até o fim de semana, a mídia ainda apostava na “delação premiada” para fazer os votos que Marina tirou de Aécio voltarem para ele – as denúncias do ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto da Costa também atingem o PSB, via envolvimento do falecido ex-governador Eduardo Campos.
As pesquisas mostraram que só Marina foi atingida. Dilma passou pelo ataque da Veja e dos grupos de mídia que teimam em dar credibilidade às denúncias vazias da revista.
Ainda no domingo, a colunista Eliane Cantanhêde não estava preocupada com Marina. Ela e Aécio escreveram, na mesma edição do jornal, que o produto da “delação premiada” seria o “mensalão 2”.  E, de quebra, atacaram Marina.
Confira, abaixo, o último parágrafo da coluna de Cantanhêde.
Até aí, nada demais. Há 12 anos que essa colunista – casada com um dos marqueteiros do PSDB – ataca o PT, Lula e depois Dilma durante seis dias por semana. Só poderia mesmo papagaiar o que o tucano da vez diz.
Contudo, vendo que Aécio está pousando em vez de decolar – usar metáforas aéreas para tratar dele, é irresistível –, a colunista e o jornal tucanos caíram em si: é Marina ou Marina, do contrário dará Dilma.
Tem início, pois, operação-resgate da mídia em prol de Marina. Essa campanha começou na última quarta-feira a partir de tentativa da Folha de descaracterizar como banqueira aquela que formulou o programa de governo marinista: a “educadora” Maria Alice Setubal, a “Neca”, sócia do banco Itaú.
Não foi difícil para o jornal publicar o afago em Neca. Por alguma razão “desconhecida”, banqueiros têm um poder enorme de despertar a solidariedade de grandes grupos de mídia…
Confira agora, abaixo, a capa da edição do jornal no último domingo.

Ao tratarem a banqueira como “educadora”, tanto Marina quanto a Folha querem dizer que ela é professora. Uma professora que sofre de compulsão incontrolável por dar dinheiro a políticos.
E depois dizem que professor ganha mal…
A matéria da Folha diz que Neca é “educadora” e que nunca teve cargo no Itaú. Porém, outra matéria, agora doEstadão desta sexta-feira (12), apresenta melhor os fatos. O título fala por si: “Neca dá R$ 2 milhões a Marina e é a terceira maior doadora entre pessoas físicas”.
Neca e seu banco são contumazes doadores eleitorais. Na dúvida, todos os bancos pingam um dinheirinho na conta de campanha de cada candidato. Mas nunca deram dinheiro para um projeto pessoal como fizeram com Marina, a quem doaram um milhãozinho, “apenas”, como sugere a matéria do Estadão, que, apesar de menos desonesta, faz seus malabarismos.
Na terça-feira (9), Marina continuava atacando o PT como vinha fazendo desde o início da sua campanha, após a morte de Eduardo Campos.
Apesar disso, a partir da quarta-feira a Folha começou a publicar uma enxurrada de matérias contendo acusações à campanha de Dilma de estar “jogando sujo”, “batendo abaixo da cintura” etc., só porque Dilma reagiu a ataques que vem recebendo da adversária há muito tempo.
Aliás, a disparada de Marina nas pesquisas, no mês passado, deveu-se justamente ao fato de que Dilma apanhava calada da adversária. Isso, porém, não impediu a tal da Cantanhêde de, na quinta (11) e na sexta (12), pintar a presidente da República como verdadeira troglodita, no que teve apoio da já mencionada avalanche de matérias no mesmo sentido no seu jornal e em outros grandes veículos.
11/9
12/9
Esses dois textos resumem a “marinada” que a Folha já deu por completo e que outros grandes veículos de comunicação começam a dar, ante a reação consistente de Dilma nas pesquisas.
Quando Marina acusa de corrupção um partido em que passou metade da sua vida, é “crítica política”; quando Dilma reage, é “ataque abaixo da cintura”.
Isso não existe. Ataque abaixo da cintura é o que a Folha fez com Dilma em 2010, quando seu preferido era José Serra. Publicou, em sua primeira página, uma ficha policial falsa da presidente. Ou quando a mesma Folha publicou acusação sem provas a Lula de ter tentado estuprar um colega de cela durante a ditadura.
A campanha de Dilma não está fazendo jogo sujo nenhum com Marina. Ao compará-la a Jânio Quadros e Fernando Collor, alude à falta de apoio político que acabou por apeá-los do poder. Nada mais. Não se comparou Marina pessoa física a Jânio e Collor pessoas físicas. Dizer que a campanha de Dilma fez isso é a mais pura vigarice.