Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

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sábado, 12 de outubro de 2013

Paulo Nogueira revela bastidores da cúpula da Globo

GloboDesvia04


Publicamos abaixo a reunião de depoimentos de dois experientes jornalistas, Paulo Nogueira e Paulo Henrique Amorim, que conheceram de perto as decisões da cúpula das Organizações Globo. A impressão que eu tive é de um ambiente monárquico medieval, com o rei sentado ao meio e seus dois principais conselheiros um de cada lado. Interessante notar que, segundo Nogueira, os dois conselheiros, Merval e Ali Kamel, disputam entre si quem reflete melhor a opinião do chefe, João Roberto Marinho.
A colona do Ataulfo foi um prêmio de consolação. Mas, ele tenta reverter o legado funesto.
arnold-schwarzenegger-1024x575Na foto, o Dr Roberto jovem
Paulo Nogueira conhece as vísceras da Globo Overseas.
(O Miguel do Rosário também. O Fernando Brito também. O Azenha também.)
Em outro post no Diário do Centro do Mundo, ele descreveu como o Ataulfo Merval da Paiva (*) e o Gilberto Freire com “i” (**) disputam para ver quem concorda mais com o patrão – na frente do patrão.
(Como diz o Mino Carta, o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega.
Por essas e outras, no romance “O Brasil”, Mino criou um personagem que tem tudo, o corpo e a alma do Ataulfo – clique aqui para ler “O Brasil do Mino é pior do que você pensa”.)
Nogueira voltou ao tema dos fanáticos patrólatras, Ataulfo e Freire com “ï”:
COMO FUNCIONA O CONSELHO EDITORIAL DAS ORGANIZAÇÕES GLOBO
TINHA OUVIDO FALAR POUCO DE ALI KAMEL, CHEFE DE TELEJORNALISMO DA GLOBO, ATÉ CONHECÊ-LO NO CONEDIT. É o conselho editorial das Organizações Globo.
Por Paulo Nogueira, no Diario do Centro do Mundo.
Sob o comando de João Roberto Marinho, o Conedit reúne os editores das diversas mídias da Globo para alinhar ações e debater assuntos. As reuniões são realizadas às terças, por volta das 11 horas, no prédio da Globo no Jardim Botânico, no Rio. Frequentei-as ao longo dos dois anos e meio em que fui diretor editorial das revistas da Globo. Quando cheguei, Kamel já estava lá, e ali permaneceu depois que saí.
A referência mais longa que eu tivera dele veio de um jornalista da Abril que o procurara em busca de emprego. A operação deu certo. O jornalista me contou que lera que Kamel valorizava gente que tivesse passado por revistas, por ser mais apta a mexer com palavras. O próprio Kamel passara pela Veja no Rio antes de se fixar nas Organizações Globo.
Kamel não confirma o folclore do carioca simpático, ao contrário de outros editores com quem convivi naquelas manhãs de terça. Seu chefe, Carlos Schroder, um gaúcho afável e sempre com um sorriso no rosto, parece mais carioca que ele.
De um modo geral, o ambiente no Conedit reflete o humor, a alegria, a capacidade de rir dos cariocas. (E também a falta de pontualidade.) Mesmo Merval Pereira, colunista de várias mídias da Globo e ex-diretor do jornal, ri com frequência – uma surpresa para quem lê seus textos em geral num tom de elevada preocupação, quase sempre ligada a um pseudopecado mortal de Lula.
Kamel, pela importância da TV, é uma presença destacada no Conedit. Sua expressão solene sublinha esse papel. Não sei se Kamel costuma beber no bar com os amigos para falar bobagens como futebol, mas não me pareceu.
O que inicialmente mais me chamou a atenção em Kamel, e em muitos outros ali, foi a obsessão com São Paulo. “Os jornais de São Paulo” são constantemente citados, como se representassem o mal. Não sou exatamente um admirador nem do Estadão e muito menos da Folha, mas achava engraçada a presença dos “jornais de São Paulo” nos debates. Nós, jornalistas de São Paulo, jamais nos referimos aos “jornais do Rio”.
Não é exatamente confortável ser um paulista naquele plenário, logo entendi. Eu me sentava num canto próximo da porta, por razões de conforto. “Este é o canto dos paulistas”, ouvi, em tom de brincadeira, uma vez, de Luiz Erlanger, uma espécie de RP do alto escalão das Organizações.
Havia uma alta rotatividade naquele canto. O ambiente é carioca, para o bem e para o mal. E o ressentimento pelo tamanho que São Paulo tomou no Brasil acaba repercutindo, de uma forma ou de outra, em paulistas que participem do Conedit.
Ali Kamel não facilita a vida de ninguém, logo vi. Não é hospitaleiro. Lembro o dia em que Kamel foi apresentado ao jornalista Adriano Silva, na sede da Globo no Rio de Janeiro. Adriano estava sendo contratado com a missão de chacoalhar o Fantástico.
Adriano fizera isso na Superinteressante. Daí o interesse da Globo. Quem negociou com Adriano foi Carlos Schroder, então diretor de telejornalismo da Globo e hoje seu diretor-geral. Eu estava com ambos no prédio do Jardim Botânico quando Ali se aproximou.
Não deu um sorriso para Adriano. Seco, quase ríspido, colocou a Superinteressante na conversa — afirmou que a enteada a lia — para comentar supostos erros da revista. Ficou claro naquele momento que a vida de Adriano perto de Kamel não seria fácil. Não foi.
Adriano logo foi tocar sua vida longe da Globo, e o Fantástico continuaria a padecer dos problemas que levaram a Globo a procurá-lo — desinspiração editorial, perda de repercussão e um Ibope brutalmente em queda para um programa que se confundira com a noite de domingo dos brasileiros por muitos anos.
O caso do Fantástico me faria lembrar um comentário que certa vez ouvi, segundo o qual a força criativa da Globo repousava em Boni, “um fanático guardião da qualidade”. Achei isso podia fazer sentido ao ler que, numa corrida em que Galvão Bueno gritou triunfal “eu já sabia, eu já sabia!” quando Senna entregou a vitória ao segundo piloto de sua equipe, Boni teve uma reação irada no bastidor. “Se sabia, por que não contou para o espectador?”, perguntou a Galvão.
No Conedit, numa mesa em forma de U, João Roberto se senta no centro, na reunião. À sua esquerda, numa das laterais, fica Merval. Na esquerda, na outra lateral, Kamel. Há uma tensão muda entre os dois, uma espécie de duelo pela preferência e pela simpatia do chefe. São os que mais falam lá.
Não daria o prêmio de simpatia a Kamel. E nem o de originalidade. Logo percebi que ele expressava com ênfase, com a fé cega de um jihadista, amplificando-as, as conhecidas ideias das Organizações Globo.
Não havia desafio a essas ideias, não havia uma tentativa de reolhá-las e reavaliá-las. Bolsa Família? Assistencialismo. Ponto. Cotas em universidades? Absurdo, Ponto.
Um dia comentei isso com Luiz Eduardo Vasconcellos, sobrinho de Roberto Marinho e acionista das Organizações. Luiz teve cargos executivos durante muitos anos, mas depois se recolheu às funções de acionista minoritário.
É simpático, interessado nas coisas do mundo, simples no traje e no trato, como aliás os primos. Você não diz que ele é um dos donos da Globo se se sentar numa reunião do Conedit sem conhecê-lo.
“Sinto falta de pensamentos alternativos na reunião”, comentei com ele num almoço depois da reunião do Conedit. “A sensação que tenho é que as pessoas, principalmente o Kamel e o Merval, falam apenas as coisas que imaginam que o João vai gostar de ouvir.”
Quanto isso devia estar me incomodando estava claro em meu ataque de sinceridade no almoço. Era evidente o risco de que meu comentário fosse espalhado, ainda que Luiz Eduardo sempre tenha me parecido discreto e reservado.
Nas eleições de 2006, meu diagnóstico do Conedit pareceu se confirmar para mim. João Roberto tinha um tom sereno ao debater a campanha. Vi João criticar várias vezes ações de militantes petistas, mas jamais o vi sair do tom no Conedit.
Curiosamente, dada sua posição de dono, o ambiente muitas vezes não refletia a tranquilidade de João Roberto. Kamel e Merval davam um tom épico, em branco e preto, a muitas discussões políticas. Pareciam odiar Lula e qualquer coisa que partisse do governo petista. E pareciam também querer que João Roberto soubesse disso.
Se o julgamento deles fosse acertado, Lula teria errado em todas as decisões que tomou em seus oito anos de administração. Quanto aquela inflamação toda era genuína ou não, é uma dúvida que carrego até hoje. Será que eles pensam mesmo aquilo, ou no bar, com os amigos, dão uma relaxada?
Não sei.
Minha intuição é que, como o poeta segundo Fernando Pessoa, o fingimento é tanto que uma hora você acredita no que fingia antes acreditar. A alternativa é um sentimento automassacrante de que você é uma pena de aluguel.
Há uma lenda urbana segundo a qual Kamel seria o homem por trás da ideologia das Organizações Globo, o “Ratzinger” da empresa. Kamel não é nenhum Hayek, ou Friedman. Não é formulador de pensamentos, não é um filósofo, não é carismático, não é nada daquilo que confere a alguém o poder de persuadir outras pessoas pelo vigor não dos gritos mas das ideias.
Uma designação provavelmente mais próxima da realidade é que Kamel comanda os “aloprados” da Globo. Relembremos. Num determinado momento da campanha de 2006, veio à cena, na mídia, a expressão “aloprados”, para designar petistas mais apaixonados. A certa altura, Lula disse a João Roberto Marinho que seguraria os “seus aloprados”, mas que queria que os “aloprados do outro lado” também fossem controlados.
Foram? Basta ouvir um comentário de Jabor ou um artigo de Merval para saber que não. A cobertura em 2010 do atentado da bolinha de papel contra Serra, ou mais recentemente a forma como foi tratado o julgamento do Mensalão, mostra que os aloprados estão de mãos livres na Globo.
Uma possibilidade que deve ser considerada é que aloprados não sejam exatamente alguns comentaristas ou colunistas, ou mesmo diretores da área jornalística – mas a própria Globo, em sua alma e em sua essência.
*
Navalha
Navalha
O ansioso blogueiro tem uma informação a acrescentar à História da Globo Overseas e seus trombones.
Quando Evandro Carlos de Andrade deixou o jornal O Globo e foi para a tevê Globo – onde produziu duas únicas históricas contribuições ao meio televisivo, levar a Urubóloga e o Jabor para o vídeo – deixou o Ataulfo como sucessor no jornal.
E levou o Freire com “i” para a Globo Overseas, outra sábia decisão que a História da Televisão Mundial registrará com destaque.
O Ataulfo botou as asinhas de fora.
E começou a querer retocar a Grande Obra de Evandro (que, em 30 anos de jornal, não revelou um único repórter nem publicou uma única reportagem relevante).
Evandro, que gozava da irrestrita confiança dos filhos do Dr Roberto – eles não têm nome próprio – , mas não do Dr Roberto, fuzilou o Ataulfo.
Que, por isso, não teve cargo de comando na tevê.
No leito de morte, Evandro disse à família que seu sucessor na tevê era o Carlos Schroeder, hoje CEO da empresa.
A colona de Ataulfo no Globo, portanto, foi “um prêmio de consolação”.
Mas, provavelmente, segundo o relato de Nogueira, a cada reunião do Conselho Editorial, ele deve tentar re-escrever o legado funesto do Evandro.
O Gilberto Freire com “i” segue uma linha de diretores de jornalismo da tevê Globo que não entendem nada de televisão.
O último a ocupar aquele cargo e que entendia de televisão foi o Armando Nogueira.
Os sucessores vieram da imprensa escrita e de lá nunca saíram.
Percebe-se.
O jornal nacional é o programa de rádio mais chic do mundo.
Não é por acaso que a audiência se aproxima inexoravelmente para a casa dos 10.
Alberico Souza Cruz, Evandro e Gilberto Freire com ï” trouxeram da imprensa escrita e do Globo, o jornal, apenas, os editoriais.
E a vocação para o Golpe.
Sempre a favor do Patrão.
Em tempo: o ultimo texto assinado por Evandro, pouco antes de morrer, foi um perfil do Dr Roberto para a revista Exame. Faz dele uma cruza de Jesus Cristo com Arnold Schwarzenegger.
Paulo Henrique Amorim
(*) Ataulfo de Paiva foi o mais medíocre – até certa altura – dos membros da Academia. A tal ponto que seu sucessor, o romancista José Lins do Rego quebrou a tradição e espinafrou o antecessor, no discurso de posse. Daí, Merval merecer aqui o epíteto honroso de “Ataulfo Merval de Paiva”, por seus notórios méritos jornalísticos, estilísticos, e acadêmicos, em suma. Registre-se, em sua homenagem, que os filhos de Roberto Marinho perceberam isso e não o fizeram diretor de redação nem do Globo nem da TV Globo. Ofereceram-lhe à Academia. E ao Mino Carta, já que Merval é, provavelmente, o personagem principal de seu romance “O Brasil”.
(**) Ali Kamel, o mais poderoso diretor de jornalismo da história da Globo (o ansioso blogueiro trabalhou com os outros três), deu-se de antropólogo e sociólogo com o livro “Não somos racistas”, onde propõe que o Brasil não tem maioria negra. Por isso, aqui, é conhecido como o Gilberto Freire com ï”. Conta-se que, um dia, D. Madalena, em Apipucos, admoestou o Mestre: Gilberto, essa carta está há muito tempo em cima da tua mesa e você não abre. Não é para mim, Madalena, respondeu o Mestre, carinhosamente. É para um Gilberto Freire com “i”.
Por: Miguel do Rosário

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Miro detona CPI antes de Civita depor


Como se sabe, os filhos do Roberto Marinho – eles não têm nome próprio – chegaram para o (vice) Michel Temer e disseram assim: quando você ouvir falar em Veja, pense em imprensa; quando ouvir falar em imprensa, pense em Globo.

Na sessão da CPI desta quinta-feira, o deputado Miro Teixeira, que mantém históricas relações com a Globo, denunciou a existência de uma “tropa do cheque” – cinco parlamentares que se encontraram com o dono da Delta em Paris.

A manchete do Globo na primeira página desta sexta-feira completa a coreografia e denuncia, furiosa, a “tropa do cheque” do Miro.

Dois dos supostos (diria a Folha (*)) “tropeiros” , segundo o Estadão, na pág. A4, são membros da CPI – o senador Ciro Nogueira, do PP do Piauí, e Mauricio Quintella Lessa, do PR de Alagoas.

Na mesma sessão, a CPI se recusou a convocar, por agora, o dono da Delta, Fernando Cavendish, e Luiz Antonio Pagot, ex-diretor do DNIT.

É uma pena.

Cavendish poderia contar nos mínimos detalhes como foi que negociou com Paulo Preto – segundo demonstrou a Conceição Lemes no Viomundo – milionárias empreitagens no governo do Padim Pade Cerra.

Pagot poderia dar os mínimos detalhes da acusação que fez à revista IstoÉ: que o Padim Pade Cerra ficava com a parte do Leão (60%) do rachuncho das obras do Robanel dos Tunganos.

Que pena !

(Para se blindar na campanha derrotada a prefeito, Cerra dirá que vai processar o Pagot. Como processou o Amaury da Privataria e este ansioso blogueiro. No caso deste ansioso blogueiro, toda vez que recorre, apanha. Já perdeu três. Clique aqui para ir à aba “Não Me Calarão”.)

Este ansioso blogueiro acha que a intervenção de “horário nobre” do Miro teve, na verdade, o efeito de poupar a galera do depoimento do Skuromatic, ou seja, do Robert(o) Civita e seu fiel escudeiro, diretor em Brasília, Policarpo Júnior.

Porque, inevitavelmente, depois deles, viriam os globais que o Leandro Fortes, na Carta Capital, localizou em malabarismos “jornalísticos” com o Carlinhos Cachoeira.

A Globo e a revista Época parecem ter tido ciúmes de fonte tão preciosa e, pelo jeito, privilégio do detrito sólido de maré baixa.

Para este ansioso blogueiro, a CPI do Robert(o) Civita já deu resultados formidáveis.

Desnudou o Gilmar Dantas (**) – quem o entrevistará sobre o Oscar do Daniel Dantas ?

Gilmar, aquele que participou de um encontro a três e foi desmentido pelos outros dois.

Aquele que foi chantageado e não chamou a Polícia para prender o chantageador.

O brindeiro Gurgel foi outro despido pela CPI – veja que o Collor conseguiu notificá-lo.

Com as vísceras à mostra, na CPI, a Veja aguarda seu momento Visão – ter mais exemplares distribuídos que a publicidade consegue remunerar.

Clique aqui para ler “Internet bomba e Veja está à beira da morte”.

A CPI expôs o que a Veja é: um detrito sólido de maré baixa.

A CPI revelou a combinação de forças que se armou para pendurar o “mensalão” no Governo Lula e levar o Dirceu à  forca.

Foi o que Dirceu disse aos jovens socialistas, no Rio, e deixou o PiG (***) tão aflito.

Foi o que o Ernani de Paula fez, quando a “TV Record melou o mensalão”.

Na CPI se vê com muita clareza quem é quem.

Quem ali dança o minueto da Globo.

E joga todas as fichas na condenação do Dirceu.

Ninguém está ali para prender o Carlinhos Cachoeira ou desmascarar o Demóstenes.

O destino deles já está traçado.

Ainda que o Desembargador Tourinho jogue tudo no lixo.

Ficará demonstrado de forma inequívoca que, no Brasil, não é que rico não vá preso: rico não pode ser, sequer, investigado.

Aquela é a CPI do mensalão.

O resto é luar de Paquetá.

De olho na CPI e suas quadrilhas de São João, o Supremo não vai condenar o Dirceu, se não há provas.

O Merval entrou para a Academia.

Não entrou para o Supremo.

E nem o Peluso – cujo voto estimula tanto os mervais – e nem o Peluso, na véspera de ir para casa, condenará alguém sem provas.

Os votos ficam gravados na memória da História.

Os mervais somem na poeira da estrada.

E o Peluso sabe disso.


Paulo Henrique Amorim


(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a  Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

(**) Clique aqui para ver como eminente colonista do Globo se referiu a Ele. E aqui para ver como outra eminente colonista da GloboNews e da CBN se refere a Ele. E não é que o Noblat insiste em chamar Gilmar Mendes de Gilmar Dantas (**) ? Aí, já não é ato falho: é perseguição, mesmo. Isso dá processo…”

(***) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

MAIS CAPINHAS QUE NÃO SÃO APROVADAS NAS EDITORIAS DA DECADENTE MÍDIA TRADICIONAL

OS IRMÃOS MARINHOS DA ORGANIZAÇÃO MAFIOSA “GLOBO”, E O “CAPO” ROBERTO CIVITA DA ORGANIZAÇÃO MAFIOSA DA VEJA, DIZEM AGORA QUE SE BOTAREM A CORDA EM SEUS PESCOÇOS, DÃO O “GOLPE” - ENTREGAM QUEM FACILITAVA AS NEGOCIATAS DENTRO DE TODOS OS GOVERNOS. 
QUEM TEM O FRANZIDO IMACULADO E NÃO TEM MEDO, DIZ QUE ESTA TEM QUE SER A CPI DA “VEJA” E DA “GLOBO”,
O DEMÓSTENES E O CACHOEIRA SÃO CAMUNDONGOS A SERVIÇO DAS RATAZANAS GOLPISTAS.

@@@@@@

BRASIL VIRA A PÁGINA DO RACISMO CORDIAL

TERCEIRA DERROTA DO ALI KAMEL, EX-ATOR PORNÔ E TODO PODEROSO DO JORNAL IRRACIONAL. KAMEL NEGA QUE HAJA RACISMO NO BRASIL. “Não somos racistas” é o título de um livro dele. KAMEL é CONTRA AS COTAS. E não está sozinho, conta com apoio DELE... DEMÓSTENES TORRES!!! O “AMENDOINZINHO” (apelido) de CARLINHOS CACHOEIRA.
FOI ESTE KAMEL RACISTA CORDIAL QUE DISSE QUE IA SANGRAR O LULA EM 2006 COM O AUXÍLIO DO “TAMPINHA” ACM NETO. KAMEL É TAMBÉM O AUTOR DA MAIOR SACADA DE MARKETING POLÍTICO DA HISTÓRIA DA... SUZANO!... A BOLINHA DE PAPEL QUE PASSOU A LIMPO A SUJEIRA DAS CAGA.... DA CAMPANHA DO ZÉ BOLINHA DE PAPEL SERRA.
FOI ESTE KAMEL RACISTA CORDIAL QUE DISSE QUE IA SANGRAR O LULA EM 2006 COM O AUXÍLIO DO “TAMPINHA” ACM NETO. KAMEL É TAMBÉM O AUTOR DA MAIOR SACADA DE MARKETING POLÍTICO DA HISTÓRIA DA... SUZANO!... A BOLINHA DE PAPEL QUE PASSOU A LIMPO A SUJEIRA DAS CAGA.... DA CAMPANHA DO ZÉ BOLINHA DE PAPEL SERRA.
FOI ESTE KAMEL RACISTA CORDIAL QUE DISSE QUE IA SANGRAR O LULA EM 2006 COM O AUXÍLIO DO “TAMPINHA” ACM NETO. KAMEL É TAMBÉM O AUTOR DA MAIOR SACADA DE MARKETING POLÍTICO DA HISTÓRIA DA... SUZANO!... A BOLINHA DE PAPEL QUE PASSOU A LIMPO A SUJEIRA DAS CAGA.... DA CAMPANHA DO ZÉ BOLINHA DE PAPEL SERRA.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

O “abafa” para salvar o Robert(o) e os Marinho

 * NÃO HÁ MENSALÃO QUE RIVALIZE COM ISSO: Lula tinha razão **muitos não entenderam seu empenho na criação da CPI da dupla Demóstenes/Cachoeira** a íntegra do inquérito contra Demóstenes, publicada pelo site 'brasil 247' (http://brasil247.com/), comprova sua intuição política** os diálogos reveladores da parceria entre o bicheiro, o senador, tucanos, magistrados e a revista 'VEJA' incluem  provas explícitas de conluio e conspiração contra o país, o  governo e lideranças do PT** trata-se de um golpe mortal na jugular da credibilidade demotucana e de seu dispositivo midiático (Leia mais nesta pág)
 


O Conversa Afiada considera que, se não interrogar e indiciar o Roberto(o) Civita e os filhos do Roberto Marinho – eles não tem nome próprio –, a CPI será uma fraude.

Essa é a CPI da Veja e da Globo (os dois juntos, porque elas são a corda e a caçamba).

A Veja se acumpliciou ao crime organizado com o Demóstenes e o Cachoeira, recolhia o detrito sólido de maré baixa e a Globo, segundo o catecismo do Cardeal Ratzinger, o Ali Kamel, transformava esse detrito sólido em Chanel # 5.

Assim começou o mensalão – clique
aqui para ler “TV Record melou o mensalão” -, assim o Daniel Dantas tirou o pescoço da forca com o grampo sem áudio – que o Luiz Fernando Correa não achou até hoje – e, mais recentemente,  invadiram o Hotel Naoum em Brasília, para plantar cocaína no apartamento do José Dirceu.

(Mais tarde, dois dos personagens envolvidos nas ações em tela – Demóstenes e a imagem do suborno nos Correios; e Gilmar Dantas, com Demóstenes, no grampo sem áudio – os dois, juntos, aparecem num outro grampo edificante – clique
aqui para ler “Gilmar não explica Demóstenes – o Gilmar mandou buscar”.)

Demóstenes, Cachoeira e a Delta estão mortos.

Essa CPI é a do PiG (*).

É para apurar como se trama o Golpe no Brasil: com o crime organizado.

Ou seja, como os conservadores querem revogar a decisão do eleitor e derrubar qualquer presidente trabalhista.

Nas páginas do PiG (*).

Com material do crime organizado.

Clique
aqui para ver o video: “O Globo é a vanguarda do Golpe, em 1964 e hoje”.

No momento, desenrola-se uma operação “abafa” no PiG (*).

Tirar a Veja e os filhos do Roberto Marinho da CPI da forca.

É o que fazem a Folha (**)
na pág. A6 desta segunda-feira, e o Estadão, na A4 (o Estadão partiu dessa para melhor: eliminou as fontes de informação – é ele próprio a fonte de si mesmo, e dane-se a verdade factual.)

Eles traçam o roteiro e o foco da CPI.

E nem falam do Robert(o) Civita ou dos filhos do Roberto Marinho.

É o pacto do silêncio: a Folha e o Estadão “desvendam” o foco da CPI e ignoram a Veja, o Policarpo e os filhos do Roberto Marinho.

Logo os PiGs (*) de São Paulo, que estão à beira da morte, exatamente por causa do poder predatório da Rede Globo.

(A Veja não conta:
ela odeia o Brasil porque o dono é um perdedor.)

A Judith Brito, presidia a ANJ quando pronunciou a historica frase: o PiG (*) é a oposição.

Por isso, mereceu o prêmio O Corvo, distribuido no primeiro encontro de blogueiros sujos, em São Paulo, dois anos atrás.

E, deselegante, ela nunca foi buscar.

(O próximo encontro será no dia 25 de maio em Salvador – clique
aqui para ler “Barão de Itararé convida Ayres Britto para encontro de bogueiros sujissimos”. E aqui para ler sobre a entrevista que Ayres Britto deu à Carta Capital sobre o julgamento do mensalao: “não haverá linchamento”. )

Aí, pergunta-se: a Associação Nacional dos Jornais vai defender o Robert(o) Civita e sua liberdade de imprensa ?

Clique
aqui para ver o que aconteceu com o Rupert Civita na Inglaterra.

A ANJ e a OAB do Ophir vão defender o Policarpo, os filhos do Roberto Marinho, o Ali Kamel,
aqueles que perderam e 10 a 0 na decisão sobre as cotas raciais ?
Pode transformar delito sólido de maré baixa, recolhido no crime organizado em Chanel # 5, Dr Ophir, D Judith ?

Pode ?

Cade a liberdade de imprensa  do Policarpo ?

Os mervais acham que meter a mão no detrito sólido e operar em sintonia com os interesses empresariais do crime organizado é uma boa: desde que seja para derrubar um presidente trabalhista.

Para derrubar o Lula vale escrever uma “reportagem” de capa a quatro mãos com o Daniel Dantas, e plantar matéria de intresse do Carlinhos Cachoeira – isso está garantido pelo preceito da “liberdade de imprensa”.

Os fins justificam os meios.

O Conversa Afiada e o Tijolaço têm outra opinião, amigo navegante:
jornalista bandido bandido é.

Paulo Henrique Amorim
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

(**) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Zé Cardozo investiga Fundação Roberto Marinho

Zé, depois do Amaury, só faltava essa !

Saiu no Vermelho, com informações do Blog Amigos do Presidente Lula:

Fundação Roberto Marinho é investigada pela Polícia Federal


A batata da ONG da Rede Globo está assando. Uma solicitação de informações ao TCU (Tribunal de Contas da União) mostra que o Ministério Público Federal está investigando as relações da Fundação Roberto Marinho com os desvios de dinheiro público no Ministério do Turismo, desbaratados na operação Voucher da Polícia Federal.

A operação Voucher, em agosto de 2011, prendeu diversos funcionários do Ministério do Turismo, acusados de participarem de um esquema de fraudes envolvendo ONGs.


O blog Amigos do Presidente Lula mostrou na época que uma das maiores ONGs que receberam dinheiro do Ministério do Turismo foi a Fundação Roberto Marinho, a ONG ligada às Organizações Globo. E houve incômodo com o cinismo da falta de transparência da ONG na prestação de contas públicas sobre R$ 17 milhões extraídos dos cofres públicos.

O noticiário da TV Globo (e da chamada grande imprensa) sobre a “faxina” no Ministério do Turismo varreu para debaixo do tapete o nome da Fundação dos donos da Globo.


Relatório do TCU indica superfaturamento de R$ 13,86 milhões pela ONG da Globo junto ao Ministério do Turismo.


Um relatório TCU constatou que o contrato tinha como meta treinar 80 mil profissionais ligados ao turismo. Porém, até a data analisada, apenas cerca de 19.751 pessoas eram alunos de verdade (mesmo assim nada diz sobre quais completaram de fato o curso).



O número de alunos ativos corresponde a apenas 25% da meta.


E aponta para um possível superfaturamento de 75% embolsado indevidamente pela ONG da Globo.


Em valores financeiros, esse superfaturamento corresponde a um rombo de R$ 13,86 milhões nos cofres públicos, já que o custo por aluno era de R$ 176,65.

Fonte: Blog Amigos do Presidente Lula

A Polícia Federal está sob as ordens do Ministro da Justiça, o Zé Cardozo (clique aqui para ver por que os amigos do Daniel Dantas o chamam de “Zé”).
O líder do PT no Senado, Humberto Costa, de Pernambuco – clique aqui para assistir ao vídeo – pediu que o Zé e sua Polícia Federal investigassem as denúncias do “Privataria Tucana”.
Portanto, além dos filhos do Roberto Marinho, agora ele tem que cuidar da filha, do genro, do cunhado, do sócio e do Tesoureiro do Cerra (e do FHC).
Vamos ver se o Zé é o Ministro da Justiça.
Ou o Zé.

Paulo Henrique Amorim

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Além do Cidadao Kane




Além do Cidadao Kane
1:33:02 - 4 anos atrás
Além do Cidadão Kane é um documentário produzido pela BBC de Londres - proibido no Brasil desde a estréia, em 1993, por decisão judicial - que trata das relações sombrias entre a Rede Globo de Televisão, na pessoa de Roberto Marinho, com o cenário político brasileiro. - Os cortes e manipulações efetuados na edição do último debate entre Luiz Inácio da Silva e Fernando Collor de Mello, que influenciaram a eleição de 1989. - Apoio a ditadura militar e censura a artistas, como Chico Buarque que por anos foi proibido de ter seu nome divulgado na emissora. - Criação de mitos culturalmente questionáveis, veiculação de notícias frívolas e alienação humana. - Depoimentos de Leonel Brizola, Chico Buarque, Washington Olivetto, entre outros jornalistas, historiadores e estudiosos da sociedade brasileira. "Todo brasileiro deveria ver Além do Cidadão Kane"

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Globo diz que Lula matou 264 no Rio


Com o Roberto Marinho, a liberdade de expressão é seletiva


Saiu na primeira página do Globo:

Lula não mandou dinheiro para prevenção. Lula não mandou dinheiro para contenção de encostas e, só “agora”, a presidente Dilma Rousseff autorizou o repasse de R$ 780 milhões para recuperar áreas destruídas no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Navalha
Como se sabe, desde a famosíssima reportagem sobre a “moedinha” no aeroporto de Congonhas – clique aqui para ler sobre a fatídica moedinha – a Globo responsabiliza o presidente Lula pelas catástrofes que nos afligem.
Agora é a catástrofe da região serrana do Rio.
Como diz o sábio Stanley Burburinho, para a Globo, a chuva no Rio é culpa do Lula e, em São Paulo, é obra de Deus.
O problema, Ministro Bernardo, é a “liberdade de expressão”.
O Globo e a Globo jamais darão espaço ao presidente Lula para dizer o que fez pelo Rio.
JK fundou o Estado de São Paulo com a indústria automobilística.
Lula ressuscitou o Rio com a Petrobrás, Comperj, a indústria naval, as UPP’s e o teleférico do Alemão, para dizer pouco.
O problema, Ministro Bernardo, não é a tecnologia.
Nem a “propriedade cruzada” – clique aqui para ler “Bernardo começa a falar da Ley de Medios. Aos poucos”.
O problema é que a Globo e o Globo dizem o que querem, impunimente.
Clique aqui para ler “Tragédia no Rio e em SP. Iguais e diferentes”.




Paulo Henrique Amorim

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Franklin Martins vai à Europa para organizar Seminário Internacional Marco Regulatório da Radiodifusão


 Essa é para mídia golpista , " INSTITUTO MILLENNIUM''. Aperta que eles roncam.


O ministro Franklin Martins (Secretaria de Comunicação) viajou nesta quarta-feira para a Europa para conhecer modelos de regulação da mídia e para convidar instituições a participarem, em novembro, de seminário sobre o tema.Franklin visitará instituições em Londres e Bruxelas até o dia 10. Ele está organizando o Seminário Internacional Marco Regulatório da Radiodifusão, Comunicação Social e Telecomunicação, ainda sem data e local definidos porque dependem da agenda dos convidados internacionais.

O Presidente Lula quer enviar até dezembro ao Congresso uma proposta de marco regulatório dos serviços de telecomunicação e radiodifusão. Um grupo de trabalho coordenado pela Casa Civil está analisando as propostas aprovadas durante a Confecom (Conferência Nacional de Comunicação), que ocorreu em dezembro passado.A conferência aprovou 633 sugestões para regular os meios de comunicação.

Os principais eixos são o marco regulatório da internet, direitos autorais, legislação geral para a comunicação pública, regulamentação do artigo 221 da Constituição (pelo qual as TVs devem priorizar conteúdo nacional) e o marco regulatório para o setor de comunicação.A Confecom contou com a participação do governo e da sociedade civil.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Lucia Hippolito vota na Marina. Por que a Globo trocou de candidato


  • )
Kelly bag com havaiana verde: ideal para ir à Fundação Roberto Marinho
Amigo navegante sugere visitar o Blog da Lucia Hippolito.

Lá está: 

A candidata do Blog é a Bláblárina Silva que, segundo a Hippolito, tem “a cara do Brasil” (esconjuro!).

Nada mais natural.

O PiG (*) fora de São Paulo já sabe: o jenio tem essa propriedade: ele perde.

A Bláblárina é o “novo”.

O “chic”.

O “radical chic” do West Side.

O Natura: perfumado, mas nem tanto.

O radical que entra nas colunas sociais.

O radical que sabe onde fica Kyoto.

Que morde mas não aperta.

Que, se for preciso, pára de morder.

O radical que adora os filmes do Fernando Meirelles.

Come barra de cereal para não engordar.

Odeia bife de tira.

Cerveja, cachaça ?

Não, vinho branco não muito gelado.

Que já foi de esquerda, de direita, mas agora viu a Luz. 

O radical que trocou a “teoria da dependência” pelo Al Gore.

Usar Havaianas com Kelly bag.

Pobreza ?

Aumento do salário mínimo ?

Índice de Gini ?

Nada disso: calota polar, CO2, gás estufa – isso é o que importa.

Distribuir renda ?

O importante é distribuir oxigênio.

Precisamos garantir a sobrevivência da espécie (dos ricos).

Não mudar nada. 

Se for para mudar alguma coisa, trocar a calça americana por calça de linho cáqui.

Perder com a Bláblárina é mais chic do que perder com o Serra – que, além de tudo, é muito feio. 

E, na Globo, tudo isso tem uma vantagem: um dos filhos do Roberto Marinho – eles não têm nome próprio – é “verde”, um ecologista militante de coquetel.

A última vez em que esteve na Amazônia foi, provavelmente, numa escala do jatinho em Manaus, a caminho dos Hamptons.


Paulo Henrique Amorim
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.