Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

Mente vazia, oficina do sistema da mídia golpista

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Legendário general vietnamita VÕ NGUYÊN GIAP faz cem anos.O soldado que humilhou o Império

O general vietnamita Võ Nguyên Giáp completa 100 anos neste dia 25 de agosto. Filho de camponeses e ex-professor de História, ele se tornaria um dos maiores gênios militares de todos os tempos ao liderar seus compatriotas em guerras contra os franceses e depois os americanos – sem falar nas derrotas que ele impôs aos chineses e cambojanos em 1979.
Sua carreira militar começa em 1939, quando Giáp foge com Ho Chi Minh para a China para participar de treinamento guerrilheiro. Quang Thai, sua mulher tailandesa e também comumista, é presa no Vietnã em 1943 pela Segunda Seção da Sûreté, braço do serviço secreto francês encarregado de reprimir os revolucionários, sendo torturada até a morte.
Ho Chi Minh
No início dos anos 1940, Giáp atua como conselheiro de Ho em operações de guerrilha. À época, o Vietnã e a China estavam sob ocupação japonesa. Em 1941, Giáp participa da fundação da Liga Vietnamita para a Independência (Viet Minh). Quando os japoneses se rendem em 1945, Ho Chi Minh, declara a independência do Vietnã em Hanói. Giáp é nomeado Ministro da Defesa e comandante do Exército. Mas em 1947 a França reocupa a Indochina e os comunistas se internam na selva, iniciando uma guerra de guerrilhas que se estenderá até 1954.
Vitória vietnamita em Diên Biên Phú, 1954
A batalha final contra os franceses ocorre na fortaleza de Diên Biên Phú, em 1954. Os franceses, superiores em homens e armas, deslocam tropas paraquedistas da Legião Estrangeira atrás das posições inimigas, concentrando-as em grandes linhas ao redor da fortaleza para forçar os vietnamitas a um confronto direto. Giáp monta uma operação de cerco mobilizando milhares de civis que, por dentro das picadas da floresta fechada, a pé ou com bicicletas, trazem todo o equipamento de artilharia necessário para contrabalançar o poderio francês.
Em decorrência da derrota francesa, o Vietnã é dividido, com o norte governado pelos comunistas liderados por Ho Chi Minh e o sul um governo vinculado aos Estados Unidos. Hanói organiza um movimento guerrilheiro no sul, o Vietcong, e os norte-americanos passam a dar apoio militar e financeiro ao governo sul-vietnamita. Os EUA acabam se envolvendo diretamente a partir de 1964 e chegam a enviar 500 mil soldados para lutar contra o Exército norte-vietnamita e o Vietcong.
Ofensiva norte-vietnamita do Tet, 1968
As forças lideradas por Giáp enfrentam o mais poderoso Exército da terra com uma desgastante guerra de guerrilhas. Na Ofensiva do Tet, em 1968, norte-vietnamitas e vietgongs chegam a combater nas ruas de Saigon, capital do Vietnã do Sul.
Os EUA perdem 58 mil sldados e os vietnamitas, 4 milhões, entre civis e militares. Os norte-americanos deixam o país em 1973; dois anos depois, os norte-vietnamitas derrubam o governo fantoche do general Van Thieu e unificam o país. Giáp se torna ministro da Defesa e brevemente primeiro-ministro.
Ele enfrentaria ainda dois outros países: em 1979, tropas vietnamitas invadem o Camboja e depõem o regime do Khmer Vermelho; em represália, a China invade o Vietnã, mas se retira “estrategicamente”.
Giáp retira-se das funções públicas em 1991. Ultimamente, o veterano líder militar abraçou causas ecológicas ao se tornar um crítico da mineiração de bauxita no país, alegando que estudos dos anso 1980 apontam essa exploração como ambientalmente danosa.
Quando ainda presidente, Lula e a ex-guerrilheira Dilma (ao fundo), levam o seu abraço ao legendário general que humilhou o Império.
No MilitânciaViva

WikiLeaks: Revista Veja mentiu para ligar PT com as FARC e prejudicar Lula

No dia 16 de março de 2005, a revista semanal Veja publicou a matéria "Os Tentáculos das FARC no Brasil" (foto), em que detalhava uma possível relação entre membros do PT (Partido dos Trabalhadores) com a guerrilha colombiana. O caso, porém, foi relatado pela embaixada dos Estados Unidos em Brasília como um exagero, além de uma tentativa de "manobra política". O documento da embaixada com o relato foi divulgado pelo Wikileaks.

Segundo a matéria, candidatos petistas teriam recebido 5 milhões de dólares da guerrilha durante uma reunião no ano de 2002, em uma fazenda próxima a Brasília. Na ocasião, membros do PT teriam se encontrado com o representante da organização colombiana no país, Francisco Antonio Cadenas, e acertado os detalhes. O objetivo seria financiar a campanha de reeleição do ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010).

O partido, porém, negou as acusações e a Veja não conseguiu provas documentais sobre a transferência de dinheiro.

Para embaixada norte-americana, a revista "exagerou o real nível das relações entre as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) e o PT", segundo o documento datado de março de 2005. Isso porque, após as acusações, membros da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) em Brasília, que de acordo com a revista, estavam infiltrados no encontro, não obtiveram provas concretas sobre o recebimento de dinheiro.

Citado pela embaixada norte-americana, o general Jorge Armando Felix, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Abin e que acompanhou a investigação, afirmou que os documentos internos da agência citados pela Veja como provas foram "forjados", já que não estavam nas formatações da agência.

"O que foi publicado é uma mistura de meias verdades e meias mentiras. Nós não temos qualquer documento oficial que prove que o encontro ocorreu", afirmou o delegado e chefe da Abin, Mauro Marcelo, também citado no despacho.
divulgação do possível financiamento. "A história mais parece uma manobra política. O que é incontestável é que os membros do PT e representantes das FARC estiveram juntos em um encontro, mas não há provas de colaboração financeira", disse.

Para ele, o que deveria ser uma denúncia importante tornou-se uma ferramenta arquitetada pela Veja para minar a candidatura de Lula ao segundo mandato. "Enquanto os opositores e a outros veículos de comunicação estão notavelmente desinteressados em prosseguir com as acusações e investigações, parece que a Veja está exagerando os fatos", conclui o embaixador.


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Do Blog TERRA BRASILIS.

O efeito Palocci

 
Lula foi profético ao prever que se a mídia conseguisse derrubar Antonio Palocci o governo Dilma se arrastaria por quatro anos, com ministros sendo derrubados como se fossem peças de dominó. Três já caíram, após Palocci, e mais três estão na corda bomba – Cidades, Turismo e Comunicações. Sem falar da ministra Gleisi Hoffmann, que já começa a entrar na alça de mira da direita midiática.
Como interromper esse processo, portanto, é a grande questão neste momento – ou deveria ser, ao menos para o governo Dilma. E, para tanto, o que precisa ser feito é resistir, pois até os ministros que estão rendendo os defenestrados também já sofrem acusações aqui e ali.
O grande problema é que, como no caso do ministro da Agricultura, as pessoas tendem a não suportar a artilharia da mídia, pois lhes afeta as famílias. Filhos e esposas ou esposos começam a ser discriminados socialmente. Vizinhos, parentes e amigos se afastam. Há filho de um ministro que sofreu assédio na escola. E o que é pior: sem que se tenha mais do que acusações sem provas.
A única forma de os ministros resistirem ao bombardeio da mídia seria a presidente Dilma em pessoa deixar bem claro que não demitirá ministros sem provas, dando declarações de apoio aos bombardeados. Pelo menos até que exista algo de concreto contra eles – o que, até agora, jamais ocorreu.
Palocci caiu, sumiu e as denúncias contra si também sumiram. Simplesmente porque não havia nada de concreto contra ele. Ao menos nada ilegal. O mesmo se dá com os outros ministros demitidos e é o que se dará com os que vierem a cair. Essa é a maior prova de que o processo que os está defenestrando em série não passa de jogada política.
As pessoas que dizem apoiar este governo e que ajudaram a derrubar Palocci tinham – e têm – uma lista de ministros dos quais não gostam e que querem que caia. Partem da premissa de que é possível restringir os ataques só àqueles que não gozam de popularidade entre setores da esquerda.
O fato é que ninguém escolherá que ministros cairão. Quem escolhe é a mídia, sob orientação da cúpula do PSDB. Vejam o caso do ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso. Os que pediram a queda de Palocci queriam que fosse o próximo, mas ele não está na agenda da mídia. Quem está na agenda são os que, caindo, podem abalar a base aliada.
Os ministros do PT não interessam. Neste momento, há que fustigar ministros que, caindo, podem fazer minguar a base de apoio do governo no Congresso, sendo as cerejas do bolo os peemedebistas. Aposta-se que o PMDB deixe a aliança e, com isso, o governo Dilma se veja em uma crise de governabilidade que o fará chegar a 2014 em frangalhos.
As previsões que este blog fez – inclusive antes de Lula dizer que Dilma não deveria entregar a cabeça de Palocci – não param de se confirmar. Foi uma ingenuidade dos que, apesar de apoiarem este governo, fizeram o jogo da imprensa. A partir dali, ficou claro que seria fácil derrubar ministros. Tivesse havido resistência, o governo não estaria na situação em que está.
Enquanto Dilma tenta apagar o fogo na base aliada, acalmando o PMDB e trazendo o PR de volta à base do governo, a mídia continua fustigando ministros que, caindo, podem abalar a aliança governista. São várias frentes de ataque. Quanto mais ministros caírem, mais fácil será vender, lá na frente, a tese de que a presidente escolheu mal seus auxiliares.
Só há uma forma de interromper o efeito Palocci, portanto: resistindo. Se a presidente resistir, se os governistas contra-atacarem cobrando que a ética midiática não se restrinja só ao governo do PT, acusando que governos tucanos são poupados apesar de terem também seus problemas, a estratégia midiática será desmontada. Do contrário…

Cerra denuncia corrupção no Governo FHC !




Paulo Preto e Cerra de costas. De frente, o Robanel

O Padim Pade Cerra entedia os leitores da pág. 2 do Estadão – ainda bem que são poucos – com um bê-a-bá sobre os 50 anos da renúncia de Jânio.

Não há ali uma avaliação original, uma revelação espetacular.

O óbvio dentro do irrelevante, recheado de lugares comuns.

Como se só ele tivesse estudado História do Brasil Contemporâneo.

Ele é um jenio.

Ou, como disse num Seminário na Folha (*) o filósofo Paulo Arantes, o que pensa esse rapaz ?

Porém, o “fecho de ouro”, como se diz em discurso de batizado, é surpreendente.

O Padim Pade Cerra faz veemente crítica ao Governo Cerra/FHC.

Acompanhe, amigo navegante:

(O Governo Jânio) “enfatizou … a contradição (sic) até hoje invocada para justificar malfeitos: ou um Governo de minoria, instável e incapaz de executar seu programa, ou um Governo estável, mas que aceita lotear o aparelho de Estado entre corruptos.”

Nada mais verdadeiro.

O Cacciola.

A pasta rosa.

A Raytheon.

Antonio Carlos Magalhães indica banqueiro condenado a dez anos de cadeia para comandar os fundos de pensão e, portanto, a privatização.

O “se isso der m …”.

O Ricardo Sergio.

O Rioli.

O Preciado.

O trator do Sergio Mota compra a re-eleição.

As ambulâncias superfaturadas.

A sociedade da filha com a irmã do Daniel Dantas em Miami (em Miami !!!).

E como as duas sócias abriram o sigilo de milhões e milhões de brasileiros.

O Paulo Preto.

Moreira Franco trabalhava na sala ao lado do gabinete presidencial do FHC.

A venda da Vale a preço de banana.

Da Light.

A quase venda da Petrobrax.

O Robanel dos Tunganos.

A concorrência do metrô de São Paulo.

Esse Cerra …


Paulo Henrique Amorim

(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

Brasil negocia futuro da Líbia.PiG corta os pulsos

Exclusivo: Vídeo histórico com vexame internacional de FHC levando sermão de Bill Clinton



Link do vídeo para repassar por email:
http://www.youtube.com/watch?v=MeAOen8vyiQ


 

O PiG (*) previu que o Brasil estava do outro lado da História, na questão da Líbia.

As Metrópoles – Inglaterra, França e Estados Unidos – promoviam a partilha do petróleo da Líbia com a ajuda dos caças da OTAN – clique aqui para ler Santayana sobre a “esperteza do tolo”.

E os colonistas (**) da Colônia exigiam que o Brasil cancelasse um irrelevante gesto do D Pedro I, em 1822, para se integrar à Aviação Petrolífera Libertadora.

O Brasil defendeu o princípio da autodeterminação dos povos, o que sempre fez, e sempre com a oposição dos piguentos colonistas (**).

Vem agora a notícia estarrecedora que aparece discretamente na primeira página do Estadão (a Folha esconde da primeira página, de vergonha, provavelmente).

“Sarkozy (novo presidente da Líbia, supõe-se – PHA) convida Brasil para cúpula com rebeldes”.

“Encontro marcado para dia 1º. em Paris envolveria representantes dos rebeldes líbios, diplomatas europeus e países emergentes”.

Também estão convidados a Russia, a India e a China, igualmente membros dos BRICs, que, juntos, breve, vão ser a maior a economia do mundo, para desespero dos piguentos colonistas (**).

Por sugestão do amigo Mauricio Dias, este ansioso blogueiro começou a ler “Conversas com jovens diplomatas”, de Celso Amorim, da editora Benvirá.

Está no capítulo “Vocês se preparem, porque a política externa brasileira tomou novos rumos”, palestra realizada no Instituto Rio Branco, em 20 de abril de 2005.

Os piguentos (*) colonistas (**) estão ancorados nos velhos rumos.

Na Diplomacia da Dependência, que foi ao FMI três vezes.

E que não defendia a si própria nem ao Brasil, quando um presidente americano, Bill Clinton, a espinafrava – clique aqui para ver vídeo histórico.

Este ansioso blogueiro não perde tempo para ir ao capítulo Seis do livro de Amorim: “Nós fomos convidados, eu não pedi”.

Descreve, em 23 de novembro de 2007, o convite que recebeu do Governo americano para participar em Annapolis de uma conferência sobre a crise no Oriente Médio.

Um jornalista provavelmente piguento (*) perguntou ao grande chanceler se a ida a Annapolis fazia parte do plano de o Brasil entrar no Conselho de Segurança da ONU.

Amorim respondeu: “Fomos convidados, eu não pedi”.

O problema dos colonistas (**) é que eles também não foram convidados.

E pedem para ser.


Paulo Henrique Amorim



(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

(**) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG que combateram na milícia para derrubar o presidente Lula e, depois, a presidenta Dilma. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse pessoal aí.

Desemprego recua para 6,2% em junho, segundo IBGE



Desemprego atinge menor valor para o mês de julho desde o início da série histórica. O número de trabalhadores com carteira assinada aumentou 1,2% no mês.
A taxa de desemprego atingiu 6% no mês de julho, uma queda frente aos 6,2% registrado no mês de junho. Trata-se da menor taxa registrada para o mês desde o início da série histórica.
Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (25/8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em julho do ano passado, a taxa de desemprego estava em 6,2%.
No mês, o país registrou 1,4 milhão de desempregados, praticamente o mesmo número registrado no mês anterior. Já o número de trabalhadores com carteira assinada elevou-se em 1,2%, somando 10,9 milhões de pessoas.
O rendimento real habitual também atingiu recorde para o mês, a R$ 1.612,90 por trabalhador. O valor aumentou 2,2% na comparação mensal e 4% frente a julho do ano passado.
Regiões
O desemprego registrou a maior queda em Salvador, passando de 10,2% para 9,8%. A menor taxa foi registrada em Porto Alegre, em 4,7%.
Das regiões analisadas, São Paulo registrou o maior rendimento médio, com R$ 1.719,70 por trabalhador.

Jornais coreanos entram em extinção em 10 anos



Três principais jornais sul-coreanos sofrem pesadamente com a fuga de anunciantes e a queda no número de leitores.
Na terra que se gaba de ter uma das mais redes de internet mais velozes do mundo e boa parte da população conectada a smartphones poderosos, os jornais impressos sul-coreanos parecem estar com os dias contados.
"Em uma década eles chegarão ao fim", prevê o professor Kwang Yung Choo, da Universidade Nacional de Seul e diretor do programa SNU-LG Press Fellowship, uma iniciativa entre o Instituto de Pesquisa em Comunicação da universidade e a LG Sangnam Press Foundation que, desde 1997, trouxe 128 jornalistas de 15 países para estudar na Coreia.
Atualmente, os três principais jornais sul-coreanos têm uma tiragem de dois milhões de exemplares por dia cada.
O problema, contudo, é que os títulos The Chosun Ilbo, The Dong-A Ilbo e JoongAng Daily estão sofrendo pesadamente com a fuga de anunciantes e a queda no número de leitores, situação que tem levado todos a investirem em plataformas digitais.
A nova geração não lê mais jornal, conta o professor. Eles ficam o dia todo com os olhos na tela dos celulares.
"De 18 anos para baixo ninguém mais lê jornal em papel neste país. E mesmo os mais velhos estão lendo com menos freqüência. A queda nas vendas não permitirá que os jornais coreanos sobrevivam por mais de 10 anos. No mundo, a tendência é a mesma, mais cedo ou mais tarde", alerta o professor.
Diante do novo mundo globalizado, digitalizado e móvel, Yung Choo sugere que os grandes grupos de comunicação repensem sua plataforma, o que levará à migração do papel para a tela de computador, tablet ou celular. O meio papel tende a acabar, mas os jornalistas e suas empresas não. O formato, contudo, tem que mudar.
O professor recomenda ainda que os veículos avaliem seriamente a prioridade dada às notícias.
"É inaceitável que uma menina de 17 anos, seja ela modelo ou cantora, tenha mais destaque em uma publicação que o presidente do país. Trata-se de algo ridículo, estúpido e de um sensacionalismo sem precedentes."
O professor dá como exemplo a ser seguido o jornal americano The New York Times que, segundo ele, jamais desperdiça papel com histórias irrelevantes.
É o conceito chamado de "fit to print", que só leva em consideração a publicação de uma matéria quando ela realmente tem qualidade e valor para o leitor.
A repórter do Brasil Econômico está em Seul, capital da Coreia do Sul, participando de um curso de três semanas em cultura coreana oferecido pela Universidade Nacional de Seul e da Fundação LG. Confira mais novidades na seção "Direto da Coreia"

CHILE: GREVE GERAL É TAMBÉM UM ACERTO DE CONTAS COM A FAMÍLIA DO PRESIDENTE PIÑERA


 **Questão fiscal polariza crise economica no mundo** para agradar aos mercados, Zapatero quer inscrever a ortodoxia  fiscal --'déficit zero'-- na Constituição  e racha o PSOE**Sarkozy  eleva o imposto sobre os ricos para conter déficit** Confederação Geral Italiana do Trabalho, a maior do país, convoca greve geral  em 06/09 contra  arrocho fiscal de Berlusconi**aumentam encomendas de bens duráveis nos EUA **  estoques industriais em alta e emprego fabril em desaceleração apontam desaquecimento no Brasil**cabeça de Kadafi vale US$ 1,7 milhão'** persistem combates em Trípoli.

A mobilização dos trabalhadores e estudantes chilenos pretende mudar justamente o panorama deixado pelo irmão mais velho do atual presidente,  Sebástian Piñera.  José Piñera, o primogênito da família, foi o "pai" da legislação atual em matéria trabalhista, mineira e previdenciária que Pinochet aplicou sem consultar a população.Trabalhadores e estudantes foram  os dois atores que mais perderam com a sociedade de mercado instalada pela direita, aprofundada pelos governos da Concertação entre 1990 e 2010 e radicalizada pelo atual governo que insiste em dar enormes subsídios aos bancos privados para créditos universitários (um universitário se forma no Chile com uma dívida média de US$ 45 mil). Milhares de jovens endividados  não conseguem superar esse problema devido aos baixos salários do mercado de trabalho chileno.
O primeiro dia da greve nacional contou com a adesão de 80% dos trabalhadores públicos, segundo informou a Agrupação dos Empregados Fiscais (ANEF). Milhares de chilenos foram afetados pela paralisação, mas apoiaram os protestos, saindo às ruas em solidariedade os trabalhadores (
LEIA a reportagem de Cristian Palma, correspondente de Carta Maior em Santiago, nesta página).

Tucano ataca petista no senado

O Senado  virou um barraco, com direito a xingamentos e bate boca e  agora, está  ameaçado  de  virar ação por quebra de decoro no Conselho de Ética. Esta é a promessa dos dois parlamentares - Humberto Costa (PT-PE) e Mário Couto (PSDB-PA) - depois de agressões verbais mútuas que começaram no plenário da Casa e terminaram no restaurante que fica dentro do local, conhecido como “cafezinho”.

A confusão começou quando o senador tucano fêz um discurso  raivoso, de pura baixaria contra o PT, Lula e a    presidente Dilma.....

“Dizem que a Dilma está fazendo a faxina neste país. Mentira, brasileiros e brasileiras! Olhem o que a Folha de S.Paulo diz hoje, Brasil: “Dilma diz a aliados insatisfeitos que não fará novas demissões”. Roubem! A Dilma não vai mais demitir ninguém”,gritava Mario Couto em seu discurso, ainda acusando o governo Lula de herança maldita.

Em resposta, o líder petista, a princípio, disse que a herança do governo Lula é bendita e que a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) não é necessária pelo fato de CGU (Controladoria Geral da União), TCU (Tribunal de Contas da União) e a Polícia Federal já investigarem e apurarem as denúncias de irregularidades. “O que se está tentando é cumprir aquela grande máxima de Goebbels, que era o ministro da propaganda de Hitler: repetir uma mentira até que ela venha a soar como verdadeira”, argumentou Costa.

 Mario Couto, continuou provocando Humberto Costa,   perdeu a paciência  com a falta de respeito e baixaria e falou: “Aqui, o nosso partido PT já foi chamado de partido de bandidos, de vagabundos. E não há um pronunciamento da Mesa desta Casa em relação a esse tipo de prática. Ninguém aqui se levanta contra esse tipo de prática porque dizem: 'Não, trata-se de um louco, de um débil mental'", ao se referir às críticas do tucano.

Quem  presidia  a sessão era a senadora Vanessa Graziottin (PCdoB). Pouco depois, os dois saíram da sessão e foram até o "cafezinho", onde continuaram a discutir.

Mario Couto, com o dedo em riste,  foi tirar satisfação com o Humberto Costa:: “Você me chamou de débil mental?”. E  Humberto Costa   respondeu: “Chamei sim. Você está achando que eu sou moleque?”. O tucano rebateu: “Não. Acho que você é safado e corrupto. Vou dizer na tribuna agora que você já respondeu processo. É por isso que você defende a corrupção”... Mario Couto se referia ao fato de Huberto da Costa, ter sido  denunciado em 2003 na  operação Vampiro

Mas, em 2010, por unanimidade,no dia 24 de março, os desembargadores do Tribunal Regional Federal (TRF) da 5ª Região absolveram o ex-ministro da Saúde Humberto Costa no processo sobre a Operação Vampiro, deflagrada em 2004 pela Polícia Federal para desarticular um esquema de fraude na compra de hemoderivados.

A assessoria do TRF,  informou que a decisão foi justificada por falta de provas. A imprensa acusava o  ex-ministro por corrupção passiva e formação de quadrilha.A assessoria do TRF informou que o inquérito, trancado em 2004, foi reaberto em 2006, quando Costa foi denunciado e passou a ser investigado.Na época, Humberto era o ministro da Saúde do governo Lula,Em fevereiro deste ano, a Procuradoria Regional da República em Pernambuco pediu a absolvição do ex-ministro por falta de provas.Leia aqui no nosso arquivo
Costa chegou a ser segurado por assessores para não chegar ao embate corporal com Couto. Ao final, os dois prometeram entrar com ações um contra o outro por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa.

E quem é Mario Couto?

Mario Couto (PSDB-PA), foi acusado de “chefe da quadrilha” por ter protagonizado fraudes na ALEPA, quando o mesmo era presidente da referida Casa.(Leia)

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Dilma faz faxina contra a pobreza e o resto também.


Este ansioso blogueiro recomenda que não se leia a Folha (*).

A Folha (*) disse hoje o dia inteiro que a Presidenta ia suspender a faxina para tranquilizar os aliados.

Numa entrevista coletiva hoje ela deixou claro:

A prioridade é erradicar a pobreza e crescer.

Mas, se tiver aditivo, comprovado, a faxina ocorrerá.

Leia no Blog do Planalto:

“Faxina no meu governo é faxina contra a pobreza”


Após participar da cerimônia de lançamento do Programa Nacional de Microcrédito nesta quarta-feira (24/8), no Palácio do Planalto, a presidenta Dilma Rousseff afirmou que o centro de seu governo é o combate à miséria e o crescimento do país. Em entrevista coletiva, a presidenta comentou que qualquer atividade inadequada que for constatada será objeto de providências de sua parte, mas que é necessário que se considerem os princípios fundamentais da Justiça moderna como o respeito aos direitos individuais e às liberdades, à igualdade e à dignidade das pessoas, além da presunção de inocência.


“Essa pauta de demissões que fazem ranking não é adequada para um governo. Essa pauta, eu não vou jamais assumir. Não se demite nem se faz escala de demissão todos os dias (…). Baseada nesses princípios [da Justiça moderna], eu tomarei todas as providências”, afirmou.


A Presidenta disse não concordar com o termo “faxina” utilizado pela imprensa para tratar de questões ligadas à troca de integrantes do governo e ponderou que faxina, em seu governo, é contra a pobreza e a miséria. “ O resto – eu já disse para vocês – são ossos do ofício da Presidência”, completou.


Outro assunto abordado pela Presidenta foi a crise financeira internacional. Ela reiterou que o Brasil está em melhores condições de enfrentar a crise do que estava em 2008, quando o desequilíbrio financeiro teve início, e que acredita que não haverá, desta vez, catástrofes como a quebra do Lehman Brothers, então quarto maior banco de investimentos dos Estados Unidos, que pediu concordata em 2008. “Eu acho que a crise vai ser isso que nós estamos vendo, um dia está pior, outro dia está melhor”, afirmou.


“A crise internacional deve nos preocupar sempre, mas a gente tem sempre que ter consciência de uma coisa: nós hoje estamos em muito melhores condições para enfrentar (…), podemos contar com a imensa força dos 190 milhões para investir, para consumir, para trabalhar e para empreender.”


(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

FHC culpa Dilma por corrupção


Sem citar nomes, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse ontem que “o governo anterior” é culpado pela “consolidação” da “corrupção sistêmica” que toma conta do estado. Alguns meios de comunicação entenderam que FHC referiu-se a Lula, mas suas palavras permitem várias interpretações, inclusive a de que ele não acusou só Lula, mas Dilma também.
A presidente teve postos de destaque no governo anterior durante seus oito anos. E, nos últimos seis, ocupou o segundo cargo mais importante. Se houve “consolidação da corrupção” naquele período, portanto, teria até mais responsabilidade do que o ex-presidente Lula, pois coordenava os outros ministérios e, assim, teria mais condições de saber o que neles se passava.
Se houve processo tão escandaloso de “consolidação” da corrupção no governo anterior ao ponto de até um político da oposição saber disso, é óbvio que a Dilma sabia. Essa é uma interpretação perfeitamente cabível. E se sabia e não disse nada, permanecendo gostosamente em um governo corrupto, a corrupção a atinge, de acordo com a tese fernandina.
Além da falta de modos e de caráter de FHC, sua fala revela seu cinismo insuperável. Afinal, o governo anterior aprimorou e investiu em todos os mecanismos de combate à corrupção que o governo tucano desarticulou com o beneplácito da Globo, da Folha de São Paulo, do Estadão e da Veja, mais do que outros bajuladores midiáticos menores do mesmo FHC e de seu partido.
A Polícia Federal desmotivada, mal-paga e sem quadros que durante o governo FHC não fez nem cem operações de combate à corrupção, no governo Lula promoveu cerca de mil operações, produzindo centenas e centenas de prisões e processos na Justiça. Na era Lula, aliás, até banqueiros foram presos – Edmar Cid Ferreira e Daniel Dantas –, o que seria impensável na era FHC.
Mas talvez a maior ação em prol do combate à corrupção empreendida pelo governo Lula tenha sido a de indicar três procuradores-gerais da República diferentes em oito anos, sempre anuindo ao primeiro indicado da lista tríplice que o Ministério Público Federal sempre enviou ao presidente da República para que escolhesse o novo chefe da instituição e que, na era FHC, era solenemente ignorada em prol de um “engavetador-geral da República”, que atendia pelo nome de Geral Brindeiro e permaneceu à frente da instituição por oito anos.
O procurador-geral da República, como se sabe, é o único que tem a prerrogativa de processar o presidente. Enquanto que o escolhido por FHC para chefiar o MPF durante seus oito anos engavetou todas as representações e denúncias apresentadas e jamais tomou a iniciativa de denunciar qualquer coisa, os procuradores-gerais de Lula puderam até ser usados pela oposição como argumento contra ele e seu governo, pois os fustigaram impiedosamente.
Corrupção foi a venda subfaturada do patrimônio público por FHC, fazendo a fortuna dos amigos e tendo melhorado de vida a olhos vistos após sua passagem pela Presidência da República. FHC deveria ter vergonha de dizer o que disse. Ou cuidado, porque alguém poderia resolver investigar seu governo sujo.
Mas o mais revoltante nessa declaração de FHC é que mostra que, além de promotor da corrupção, ele também é desleal, mal-agradecido e traiçoeiro, pois aquela que teve a generosidade de fazer um reconhecimento de seu papel para quebrar a inércia inflacionária nos anos 1990, e que lhe tem dispensado tantas deferências, agora é tratada como, no mínimo, conivente com a corrupção.
Eis o que Dilma ganha por tentar contemporizar com esses gangsters da imprensa golpista e da direita partidária. É apunhalada pelas costas na primeira oportunidade, por mais que os bajule. E já que não adianta tentar manter uma relação civilizada com eles, portanto, então que tal ela começar a se dar ao respeito e ao menos parar com essa bajulação?

Dilma é 3ª mais poderosa do mundo. O Cerra corta os pulsos. Dilma é terceira em ranking das mais poderosas do mundo, diz ‘Forbes’

Presidente brasileira está atrás de Angela Merkel e de Hillary Clinton. Gisele Bündchen está no 60º lugar; políticas e empresárias lideram lista.

A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, é a terceira mulher mais poderosa do mundo, de acordo com o ranking da revista norte-americana Forbes, divulgado nesta quarta-feira (24).

Na primeira posição, aparece a primeira-ministra da Alemanha, Angela Merkel, seguida pela secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton.

A lista da revista norte-americana é dominada por políticas, empresárias e líderes dos setores de mídia e entretenimento. A modelo brasileira Gisele Bündchen está no 60º lugar.

Entre as mulheres do mundo dos negócios, a mais bem colocada é a indiana Indra Nooyi (4ª no ranking geral), que comanda a PepsiCo, seguida pela chefe de operações do Facebook, Sheryl Sandberg (5ª), e pela presidente da norte-americana Kraft Foods, Irene Rosenfeld (10ª). Nenhuma brasileira aparece na lista nessa categoria.

A primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, que no ano passado ficou no topo do ranking, este ano caiu para a oitava posição.

Lady Gaga e a recém-nomeada editora-executiva do New York Times, Jill Abramson, estão em 11º e 12º lugar, respectivamente. Gaga é a mais nova da lista, com 25 anos, enquanto a Rainha Elizabeth, no 49º lugar, é a mais velha, com 85 anos.

A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, aparece na 17ª posição. Oito chefes de Estado e 29 presidentes-executivas estão na lista das 100 mulheres mais poderosas do mundo. Elas têm em média 54 anos e controlam, juntas US$ 30 trilhões. Vinte e duas delas são solteiras.

Vicentinho derrota Veja na Justiça

 
 
Vicentinho remove um detrito de maré baixa
O Conversa Afiada publica e-mail da assessoria do deputado federal Vicentinho (PT-SP):

Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios – TJDFT


Circunscrição : 1 – BRASILIA

Processo : 2011.01.1.112467-9

Vara : 213 – DECIMA TERCEIRA VARA CIVEL

Título : DECISÃO INTERLOCUTÓRIA

Pauta : Nº 112467-9/11 – Indenizacao – A: VICENTE PAULO DA SILVA. Adv(s).: DF020865 – Patricia Daher Rodrigues Santiago. R: EDITORA ABRIL SA. Adv(s).: (.). Recebo a emenda. Os requisitos para a antecipação dos efeitos da tutela estão expressos no art. 273 do CPC: prova inequívoca, verossimilhança da alegação e fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação. No caso em tela, entendo presentes tais requisitos. A “prova inequívoca” – suficiente para o juízo de cognição sumária, próprio da presente fase processual -, bem como a verossimilhança das alegações do autor, encontram arrimo nos documentos apresentados com a peça de ingresso. Com efeito, consta nos autos a matéria reputada ofensiva, extraída da página da revista Veja na internet, na qual não consta tenha a manifestação do requerente quanto aos fatos alegados, sendo certo que a ética no jornalismo recomenda que se dê publicidade à versão das partes envolvidas (artigos 9.º, 10 e 12 do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, acessado no sítio eletrônico da Associação Brasileira de Imprensa, nesta data: http://www.abi.org.br/paginaindividual.asp?id=450). Há, ainda, nos documentos aportados pelo requerente, comentários dos leitores, postados no site da Revista Veja (fls. 31/61), denotando a repercussão negativa da matéria em sua imagem. O decurso do tempo entre a publicação da matéria supostamente ofensiva e a resposta do ofendido, caso esta fique reservada ao trânsito em julgado de eventual decisão condenatória, conduz ao fundado receio de dano de difícil reparação. Isso porque a versão dos fatos das pessoas citadas na matéria deve ser assegurada de preferência no próprio texto ou, não sendo possível, tão próximo quanto possível da divulgação dos acontecimentos noticiados. Desse modo, não apenas se preserva a imagem daqueles, mas também se assegura a plenitude do direito à informação. Acrescenta-se que não há perigo de irreversibilidade do provimento antecipado (requisito negativo estatuído pelo art. 273, § 2.º, do CPC). Vindo a ser julgado improcedente o pedido do autor, conquanto não se possa apagar o que já restou publicado, o requerente poderá arcar com os custos do texto que fizer publicar, bem como poderá a requerida dar igual publicidade à sentença de improcedência. Em vista do exposto, DEFIRO o pedido de antecipação dos efeitos da tutela, para determinar à requerida que conceda ao autor o direito de resposta à matéria intitulada “Terror e Poder”, publicada em 11/4/2011. A resposta deve ser publicada na edição da Revista Veja imediatamente seguinte à intimação da ré, com o igual destaque concedido àquela matéria, na mesma seção, com fonte idêntica, devendo o requerente limitar-se a fazer afirmações objetivas, vedando-se a emissão de opiniões depreciativas ou acusações ao requerido. Para o caso de descumprimento da obrigação, fixo pena de multa diária de R$ 2.000,00 (dois mil reais). Publique-se. Cite-se. Intimem-se. Brasília – DF, segunda-feira, 22/08/2011 às 11h33. Enilton Alves Fernandes,Juiz de Direito .

ESTUDANTES E OPERÁRIOS JUNTOS NO CHILE: 1º GREVE GERAL DESDE A DITADURA PINOCHET

ESTUDANTES E OPERÁRIOS JUNTOS NO CHILE: 1º GREVE GERAL DESDE A DITADURA PINOCHET
Barricadas nas ruas, pneus em chamas e protestos em vários pontos do país marcam a greve geral de 48 horas,  a primeira mobilização desse porte desde a ditadura Pinochet, convocada conjuntamente pela CUT chilena e por estudantes. Embora o presidente Sebástian Piñera assegure que nada parou, fontes de seu próprio governo estimam em US$ 400 milhões os prejuízos com a greve. Mineiros do cobre, o maior contingente operário do mundo nesse segmento, apóiam a greve. Aeroviários do aeroporto internacional de Santiago também se mobilizam em solidariedade. A pressão popular por reformas --educacional, econômica e política--  atingiu seu ápice no último fim de semana quando milhares de famílias de classe média marcharam com os estudantes em vários pontos do país em apoio à luta por um sistema de ensino público, gratuito, de qualidade. O Chile tem a maior renda per capita da America Latina, cerca de US$ 14 mil. Mas é uma sociedade fraturada por iníqua desigualdade--a 4º pior da AL--  herdada da política neoliberal avant la lettre implantada em 11 de setembro de 1973 pela ditadura Pinochet. Os 20% mais ricos têm uma renda 14 vezes maior que a média dos 20% mais pobres. A educação é paga; praticamenre não existe universidade pública. O Chile levou a serio o projeto do Estado mínimo com isenções fiscais máximas aos ricos, receita que esfarela em todo o mundo nesta crise. A carga fiscal das empresas é de 17% contra 35% no Brasil. Em vez de serviços públicos, negócios privados. As mobilizações estudantis que contagiaram  a classe media e, agora, os trabalhadores, simbolizam um acerto de contas com esse modelo. O milionário Piñera, 'a direita moderna', é parte dele. Foi   eleito em 2010 com ampla abstenção de uma juventude tida até então como uma das mais apáticas de toda AL. A ala mais dura do seu  governo, com ministros egressos diretamente do pinochetismo defendeu a aplicação da Lei de Segurança Nacional contra os grevistas. Seu temor é que a evolução dos protestos possa desembocar no próximo dia 11 de setembro, aniversário do golpe,em contestação aberta ao governo.


ESTUDANTES E OPERÁRIOS JUNTOS NO CHILE: 1º GREVE GERAL DESDE A DITADURA PINOCHET 
Barricadas nas ruas, pneus em chamas e protestos em vários pontos do país marcam a greve geral de 48 horas,  a primeira mobilização desse porte desde a ditadura Pinochet, convocada conjuntamente pela CUT chilena e por estudantes. Embora o presidente Sebástian Piñera assegure que nada parou, fontes de seu próprio governo estimam em US$ 400 milhões os prejuízos com a greve. Mineiros do cobre, o maior contingente operário do mundo nesse segmento, apóiam a greve. Aeroviários do aeroporto internacional de Santiago também se mobilizam em solidariedade. A pressão popular por reformas --educacional, econômica e política--  atingiu seu ápice no último fim de semana quando milhares de famílias de classe média marcharam com os estudantes em vários pontos do país em apoio à luta por um sistema de ensino público, gratuito, de qualidade. O Chile tem a maior renda per capita da America Latina, cerca de US$ 14 mil. Mas é uma sociedade fraturada por iníqua desigualdade--a 4º pior da AL--  herdada da política neoliberal avant la lettre implantada em 11 de setembro de 1973 pela ditadura Pinochet. Os 20% mais ricos têm uma renda 14 vezes maior que a média dos 20% mais pobres. A educação é paga; praticamenre não existe universidade pública. O Chile levou a serio o projeto do Estado mínimo com isenções fiscais máximas aos ricos, receita que esfarela em todo o mundo nesta crise. A carga fiscal das empresas é de 17% contra 35% no Brasil. Em vez de serviços públicos, negócios privados. As mobilizações estudantis que contagiaram  a classe media e, agora, os trabalhadores, simbolizam um acerto de contas com esse modelo. O milionário Piñera, 'a direita moderna', é parte dele. Foi   eleito em 2010 com ampla abstenção de uma juventude tida até então como uma das mais apáticas de toda AL. A ala mais dura do seu  governo, com ministros egressos diretamente do pinochetismo defendeu a aplicação da Lei de Segurança Nacional contra os grevistas. Seu temor é que a evolução dos protestos possa desembocar no próximo dia 11 de setembro, aniversário do golpe,em contestação aberta ao governo.

**a Confederação Geral Italiana do Trabalho, CGIT , a maior central do país, convoca greve geral para  6 de setembro contra o pacote de arrocho fiscal anunciado por Berlusconi**caem as encomendas à indústria na zona do euro** aumentam os estoques industriais no Brasil**Abdel Jalil, dirigente da CNT, órgão máximo dos rebeldes líbios, oferece anistia 'por qualquer crime cometido' a quem assasinar Kadafi ** persistem combates em Trípoli.
(Carta Maior; 4º feira, 24/08/ 2011

Conselho Regional de Medicina pede revogação da lei 1.131


da Assessoria de Imprensa do Cremesp
Em sessão plenária do dia 23 de agosto de 2011, o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) manifestou-se contra a lei que permite a destinação de até 25% da capacidade de hospitais públicos para atendimento de pacientes particulares e conveniados a planos e seguros de saúde.
Segundo o Cremesp, os contratos entre operadoras de planos de saúde e organizações sociais (OSs) que administram hospitais estaduais poderão levar à criação da “dupla porta” de atendimento, com privilégio de assistência aos pacientes de convênios e particulares, em detrimento dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).
Em dezembro de 2010, quando o projeto foi discutido na Assembleia Legislativa, o Cremesp divulgou nota pedindo o adiamento da votação: “trata-se de tema complexo, com grande impacto na configuração do sistema de saúde estadual, o que exige um  debate com a participação de toda a sociedade.”
Confira a seguir o novo posicionamento do Cremesp:



POSIÇÃO DO CREMESP SOBRE A LEI ESTADUAL  Nº 1.131/2010
O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) vem posicionar-se contrariamente à Lei Complementar Nº. 1.131/2010, seguida do Decreto Estadual Nº 57.108, de 6/7/2011, que permite aos hospitais da rede estadual, administrados por Organizações Sociais, destinar até 25% da capacidade instalada para particulares, planos e seguros de saúde.
Manifestamos igualmente nossa preocupação quanto à decisão da Secretaria de Estado da Saúde (Resolução SS – Nº 81, publicada no DOE de 6/8/2011 – Seção 1 – p.30) de autorizar os primeiros hospitais a celebrar diretamente contratos com planos e seguros de saúde privados.
É notória a insuficiência da rede estadual de saúde para atender a demanda do Sistema Único de Saúde (SUS), situação agravada pela ausência de um plano de carreira, cargos e vencimentos para os médicos do estado.
Além disso, cabe denunciar a omissão da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em viabilizar o ressarcimento ao SUS, sempre que pacientes de planos de saúde são atendidos em hospital público, conforme determina o artigo 32 da Lei Nº 9.656/98.

Da mesma forma, a ANS não pode fugir à sua obrigação de fiscalizar e exigir das operadoras de planos de saúde a oferta de rede de serviços adequada para atendimento integral dos pacientes, o que reduziria a procura do SUS por parte da população coberta na saúde suplementar.
Destacamos o princípio fundamental do Código de Ética Médica: “A Medicina é uma profissão a serviço da saúde do ser humano e da coletividade e será exercida sem discriminação de qualquer natureza” (Capítulo I; I).

Considerando os possíveis impactos negativos da legislação em pauta, que poderá levar à criação da “dupla porta” de atendimento, com privilégio de assistência aos pacientes de convênios médicos e particulares, em oposição aos princípios do SUS de universalidade, equidade e integralidade, além da diminuição dos recursos materiais e humanos já escassos ofertados à população usuária do sistema público, o Cremesp solicita ao Exmo. Governador Geraldo Alckmin, ao Ilmo. Secretário de Estado da Saúde, Giovanni Guido Cerri e ao Exmo. Presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, Deputado José Antônio Barros Munhoz, a revogação da Lei Complementar Nº 1.131/2010, do Decreto Estadual Nº 57.108, de 6/7/2011 e da Resolução SS – 81, de 6/8/2011.

Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo
Aprovado em Sessão Plenária de 23 de agosto de 2011
Alckmin vende até 25% dos leitos hospitalares do SUS para reduzir rombo de R$ 147 milhões nas OSs
Hospitais públicos gerenciados por OSs: o rombo acumulado é de R$ 147,18 milhões
Lei paulista é uma paulada no SUS
Arthur Chioro: “Planos privados de saúde vão economizar e paulistas pagarão a conta”
Mário Scheffer: “Lei da Dupla Porta é o maior ataque ao SUS desde o PAS, do Maluf”
Fórum de ONGs-Aids: Dupla porta pode chegar ao Emílio Ribas
Ministro Padilha, até quando vai dar dinheiro do SUS para São Paulo entregar aos planos privados de saúde?